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Broncopneumonia

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Tema: Broncopneumonia

BRONCOPNEUMONIA


Introdução

As bases de assistência à criança têm modificado nas últimas décadas, muito devido a estudos realizados nas áreas médicas, humanas e sociais. Cada vez mais o profissional de saúde tem não só em vista as necessidades da criança, ao prestar os cuidados, mas também as necessidades da família da criança hospitalizada. O modelo de assistência à criança que mais se adequa a este visão é o modelo centrado na criança e família.

O profissional de saúde está atento às necessidades da criança tentando satisfaze-las: preparando a criança antes de qualquer cuidado que lhe seja prestado, insistindo na presença dos pais e seus benefícios para que a criança melhore rapidamente, proporcionando um ambiente calmo, o mais parecido possível com o ambiente domiciliar e proporcionando-lhe momentos de diversão tendo como base a idade e reacções da criança.

Neste modelo é também valorizada a presença dos pais durante a hospitalização e sempre que esta se verifique o profissional de saúde apoia a família deixando que seja ela a primeira responsável pelos cuidados de saúde à criança, de forma a manter ou reforçar as ligações entre pais e filhos e minimizar o mais possível a ansiedade de separação.

Desenvolverei o estudo de caso de acordo com este modelo, uma vez que, penso ser o que vai de encontro às necessidades da criança e família à qual prestei cuidados de Enfermagem.

A criança F.F. esteve internada no serviço de Pediatria do Hospital Distrital de Bragança com o diagnóstico de Broncopneumonia.

Os objectivos deste trabalho são:

Estruturalmente este trabalho divide-se em:


1-PATOLOGIA

Broncopneumonia

A pneumonia é um grupo de afecções pulmonares devidas a microorganismos evoluindo de forma aguda com febre elevada, tosse, pontada, dificuldade respiratória mais ou menos marcada, sinais estes relacionados com a inflamação de extensão variável, dos alvéolos, associada ou não a lesões bronquiolares. Na sua origem podem estar bactérias ou vírus. Uma das afecções que pertence a este grupo é a broncopneumonia causada por bactérias.

Pode haver muitas formas diferentes de broncopneumonia e geralmente tem o seu início de forma bastante diferente do da pneumonia lobar. Um aglomerado de muco oriundo da garganta ou dos grandes brônquios superiores desliza por acção da gravidade bloqueando, um ou mais brônquios mais estreitos, ou provocando uma infecção e edema dos brônquios maiores que alastra até atingir os pequenos brônquios, bloqueando-os. Em qualquer dos casos o ar é impedido de atingir os segmentos do pulmão que estão ligados aos bronquíolos bloqueados. Ora, como o ar fresco não pode chegar a esses sectores do pulmão, as bactérias ficam ali encerradas e iniciam o processo de infecção. Da luta do organismo contra esse processo resulta a acumulação de células de pus, de bactérias e de fluido (soro) que escorre dos pequenos capilares. Estas substâncias enchem os pequenos alvéolos e produzem pneumonia. Pode haver poucas ou muitas áreas afectadas ao mesmo tempo em diversos segmentos do pulmão, ou o segmento é afecto após outro. Este tipo de afecção irregular é característico da broncopneumonia.

Os principais sintomas da broncopneumonia são: calafrios, febre, taquicardia, respiração bronquial, tosse produtiva (secreções purulentas), dor toráxica intensa, cefaleias e falta de ar.

Os agentes causais da broncopneumonia são quase sempre o Mycoplasma Pneumonoiae, o Staphylococos Pyogenes e Streptococos. Pode também ocorrer infecção vírica por ricketsias que produzem formas atípicas de broncopneumonia.

O tratamento deste tipo de afecção consiste normalmente na administração de um antibiótico, oxigenoterapia e medidas sustentação para manter os brônquios limpos de secreções e combater a dor pleural.

A broncopneumonia quando não tratada pode dar lugar a derrame pleural, insuficiência respiratória, insuficiência cardíaca congestiva e icterícia.


2-ANAMNESE

Os dados a seguir apresentados foram recolhidos durante o tempo de internamento da criança no serviço de pediatria do Hospital Distrital de Bragança através de registos médicos, registos de enfermagem, entrevista feita à mãe da criança, boletim de saúde infantil, boletim de vacinas e observação física da criança.

2.1-Antecedentes pessoais

A criança a quem chamarei F.F., é uma criança do sexo masculino com 4 anos de idade, natural de Bragança (Sé) nascido a 14/09/2000. A criança reside actualmente com a mãe, visto que os pais se encontram separados, visita o pai ao fim de semana não tem irmãos, frequenta o Jardim de Infância da Santa Casa da misericórdia.

A criança deu entrada no serviço de pediatria às 20h do dia 12/12/2004, vinda transferida do serviço de urgência com o diagnóstico de broncopneumonia, vinha acompanhada pela mãe que permaneceu no serviço durante o tempo de internamento da criança, o médico da criança durante o internamento foi a Dr.ª Manuela.

É uma criança bastante activa, colaborante, muito sociável, simpática e faladora.

No dia 10 de Dezembro a criança começou a apresentar temperatura alta e secreções no nariz, não apresentava queixas a outros níveis, a temperatura no momento do internamento era de 38ºC. Foi-lhe feita colheita de sangue e urina para exames de diagnóstico. Os cuidados especiais prescritos no momento do internamento foram S.V. 2 vezes turno, a temperatura 3 vezes turno, e a dieta de acordo com a idade da criança. A terapêutica prescrita no momento do internamento está descrita na farmacologia.

2.2-Doenças anteriores

A 10/01/2000 recorreu ao serviço de urgência com uma otite à direita. A 06/05/2002 voltou a recorrer ao serviço de urgência do Hospital Distrital de Bragança, tendo ficado internado de 06/05/2002 até 08/05/2002 com o diagnóstico de gastroenterite.

A 05/2004 sentiu-se indisposto, recorreu ao serviço de urgência tendo posteriormente realizado várias análises, os resultados apontavam um aumento excessivo de leucócitos sem razão aparente, após várias tentativas de ter uma explicação a mãe recorreu a Madrid, onde lhe disseram que o aumento de leucócitos era comum, temporário, sem qualquer tratamento e que poderia levar 4 a 8 anos a normalizar. Quando regressou o médico de família manteve vigilância, nas análises seguintes apresentava uma normalidade no valor dos leucócitos.

2.3-Dados sobre o nascimento

A criança F.F. nasceu no Hospital Distrital de Bragança, assistido por um médico e uma parteira. À nascença pesava 3,810 kg, tinha um comprimento de 49 cm e um perímetro cefálico de 37 cm. O índice de Apgar 1ºmin após o nascimento foi de 09 e 5ºmin após o nascimento foi de 10. Não foi necessária reanimação. O teste do pézinho foi realizado no dia 18/09/2000.

2.4- Alergias a medicamentos

A criança não faz medicação diária. A mãe diz não ter conhecimento sobre alergias a medicamentos.

2.5-HÁbitos alimentares da criança

A criança foi alimentada com leite materno durante os 3 primeiros meses de vida, começando a partir do 3º mês a alimentar-se com leite artificial, introduziu o leite de vaca ao1º ano de vida.

Actualmente tem uma alimentação diversificada. A mãe não tem conhecimento de qualquer alergia a alimentos. A criança pesa 21Kg (percentil> 75), e mede 110cm (percentil 95):

2.6-Vigilância de saúde da criança

A criança é acompanhada pelo médico de família regularmente no centro de saúde de Bragança e apresenta boletim de vacinas actualizado:

VACINAS

DATAS

BCG

18/09/2000

DTP

17/11/2000

16/01/2001

19/03/2001

08/04/2004

VAP

17/11/2000

16/01/2001

19/03/2001

 

HIB

17/11/2000

16/01/2001

19/03/2001

08/04/2004

VHB

18/09/2000

17/11/2000

19/03/2001

 

VASPR

21/12/2001

 

Quadro1 – Estado vacinal actual da criança.

2.7-Tosse

A criança apresenta uma tosse produtiva com secreções purulentas. A criança apresenta as mucosas bem hidratadas.

2.8-Hábitos de eliminação

A criança apresenta controle vesical e anal diurno e nocturno.

2.9-Sinais vitais

TA 80/60 mmHg FC 110 bat T 38ºC

Segundo a mãe a criança nunca fez convulsões durante hipertermia.

2.10-Hábitos de sono/repouso

A criança apresenta um sono calmo e profundo. Não refere insónias, nem dificuldade em adormecer. Não utiliza qualquer objecto para dormir e em casa dorme sozinho.

Costuma adormecer por volta das 22h e acordar por volta das 7:30h, não costuma dormir durante o dia.

2.11-Hábitos de higiene

Apresenta uma boa higiene, toma banho diário, à noite quando chega do infantário por volta das 18h. Apresenta uma boa higiene oral após as refeições.

2.12-Ocupação de tempos livres

A criança F.F. gosta de jogar futebol, jogar no computador, brincar com o homem aranha. A pessoa mais significativa para a criança é a mãe.

2.13-Antecedentes Familiares

A criança vive com a mãe que se encontra divorciada, foi uma gravidez desejada, de 40 semanas de gestação, era um bebé de termo. A criança nasceu por parto eutócico por ventosa.

A mãe da criança refere não ter tido qualquer complicação durante a gravidez. Foi uma gravidez normal vigiada, a mãe fez 8 consultas durante a gravidez, sendo seguida pelo seu médico de família.

Foi a primeira gestação da mãe, apresentava imunidade em relação à toxoplasmose e rubéola. Apresentava também Atg HB negativa, VDRL negativo e HIV negativo.


3-Observação física

A cabeça:

A criança apresenta o cabelo castanho-escuro, o couro cabeludo apresenta-se limpo e íntegro. As fontanelas encontram-se encerradas.

Olhos

A criança apresenta os olhos castanho-escuro, simétricos, vê bem e não apresenta secreções.

Orelhas

A criança apresenta as orelhas simétricas, ouve bem e não apresenta secreções.

Nariz

A criança apresenta nariz simétrico, com secreções purulentas e adejo nasal.

Boca

A criança apresenta dentição completa de acordo com a idade, não apresenta cáries, nem gengivas hipertróficas.

As amígdalas não se encontrem ruborizadas nem hipertróficas. Não apresenta lábios secos.

Membros:

Superiores

A criança apresenta os membros superiores simétricos, uma boa mobilidade (rotação interna e externa, flexão e extensão) e são proporcionais.

Inferiores

A criança apresenta os membros inferiores simétricos, uma boa mobilidade (rotação interna e externa, flexão e extensão) e proporcionais.

Tronco:

A criança apresenta um pescoço de tamanho normal, com posição central e sem nódulos. Apresenta uma boa rotação e sustentação do pescoço. Apresenta o toráx simétrico e abdómen mole e depressível.


4-Desenvolvimento segundo Mary Sheridan

Para avaliar o desenvolvimento da criança desde as 4/6 semanas até aos 5 anos de idade, a autora Mary Sheridan apresenta uma tabela onde se baseia em quatro parâmetros:

Para avaliar a criança F.F., que tem 4 anos de idade utilizarei os parâmetros acima mencionados, verifiquei assim que a criança, em relação à:

Postura e motricidade global:

Visão e motricidade fina:

Audição e linguagem:

Comportamento e adaptação social:

Depois de avaliar o desenvolvimento da criança, de acordo com os parâmetros que a autora Mary Sheridan apresenta na sua tabela, posso concluir que a criança F.F., apresenta um desenvolvimento adequado à sua idade


5-Planeamento

Acolhimento da criança e pais e elaboração do plano de cuidados.

Acções de enfermagem:

- Apresentar o serviço à criança e pais (a enfermaria onde a criança vai ficar, as casa de banho, o refeitório e a sala de jogos);

- Identificar a cama, com o nome da criança;

- Conversar com os pais e criança esclarecendo possíveis dúvidas e informando sobre as regras de funcionamento do serviço;

- Informar sobre os direitos e deveres da criança e pais;

- Dar entrada da criança

Avaliação final:

A criança deu entrada no serviço de pediatria vinda do serviço de urgência às 20h do dia 12/12/2004, com o diagnóstico de broncopneumonia.

Incapacidade de se autocuidar nas actividades diárias de higiene e conforto devido ao seu desenvolvimento estato-ponderal.

Acções de enfermagem:

Promover um ambiente calmo;

Promover e respeitar a privacidade da criança;

Supervisionar a mãe nos cuidados de higiene e conforto à criança e fazer ensinos oportunos (informar a mãe sobre os cuidados a ter com a tala durante o banho);

Observar características cutâneas e vigiar possíveis alterações;

Promover a hidratação corporal;

Fazer ensino sobre a importância de uma boa higiene oral e estimular a fazê-lo em casa;

Avaliação final:

Manteve a integridade cutânea e apresenta uma pele bem hidratada.

Incapacidade de se auto-alimentar devido ao seu desenvolvimento estatoponderal.

Acções de enfermagem:

Avaliação final:

A criança ingeriu a totalidade da dieta instituída e tolerou a alimentação. Não houve alteração do peso durante o tempo de internamento.

Risco de alteração dos sinais vitais.

Acções de enfermagem:

Avaliar TA e FC duas vezes em cada turno.

Avaliação final:

Manteve os sinais vitais dentro dos parâmetros normais.

Risco de hipertermia.

Acções de Enfermagem:

Avaliar a temperatura sempre que se justifique;

Preparar banho de arrefecimento;

Supervisionar a mãe no banho de arrefecimento;

Avaliar a temperatura para verificar o efeito do banho de arrefecimento;

Administrar antipirético prescrito em sos;

Avaliar a temperatura para verificar o efeito do antipirético administrado.

Avaliação final:

Apresenta valores normotérmicos.

Alteração do controle do esfíncter vesical devido a soroterapia

Acções de Enfermagem:

Ensino sobre a importância de uma boa higiene das mãos da mãe e da criança;

Promover privacidade da criança;

Ajudar a criança a deslocar-se à casa de banho sempre que necessário, ou fornecer cadeira sanita;

Promover a higiene e conforto da criança após eliminação;

Registar o número, cor e características das micções.

Avaliação final:

A eliminação foi restabelecida.

Risco de infecção devido a cateterismo

Acções de Enfermagem:

Utilizar pala para fixar cateter;

Explicar aos pais e criança cuidados a ter para o cateter permanecer estável e funcionante;

Trocar sistema de vinte e quatro em vinte e quatro horas e adesivos sempre que se justifique;

Desinfecção local e vigiar sinais de inflamação;

Proporcionar suporte de soro.

Avaliação final:

Manteve cateter funcionante e não apresentou sinais de inflamação.

Risco de infecção hospitalar

Acções de Enfermagem:

Lavar as mãos antes e depois de prestar algum cuidado à criança;

Utilizar sempre material estéril e limpo;

Manusear o mínimo possível o material estéril;

Individualizar todo o material;

Sempre que possível distribuir as crianças de maneira a ficarem na mesma enfermaria crianças com a mesma patologia;

Utilizar o isolamento para crianças com patologias de fácil transmissão.

Avaliação final:

A criança não desenvolveu qualquer infecção hospitalar.

Broncopneumonia

Acções de enfermagem:

Vigiar tosse e características; Secreções e características;

Preparar material para nebulização;

Fazer ensino à mãe sobre nebulização;

Explicar à mãe e à criança a importância da nebulização;

Mudar o material de nebulização de 24/24h;

Vigiar a respiração da criança e despistar possíveis sinais que possam indicar cianose;

Explicar à mãe e criança todos os procedimentos realizados;

Preparar e administrar medicação de acordo com a prescrição;

Informar a criança e pais do motivo da administração de cada medicamento.

Avaliação final:

Normalização da respiração. Respiração não ruidosa à auscultação, nem tosse.

Risco de insónia

Acções de enfermagem:

Proporcionar um ambiente calmo e com pouca luminosidade;

Estar informada sobre os hábitos de sono e repouso em casa e respeitá-los;

Vigiar as horas de sono diurnas;

Vigiar possíveis sinais de cansaço na criança.

Avaliação final:

A criança não apresenta sinais de cansaço.

Alta clínica.

Acções de enfermagem:

Avaliação final:

A criança abandonou o serviço acompanhada da mãe por volta das 11h do dia 17/12/2004.


6-Farmacologia

Nome do medicamento: Amoxicilina e ácido clavulâmico (735mg/E.V.)

Grupo a que pertence: Antibacteriano

Cuidados especiais a ter com a administração: não deve ser administrado a doentes com reacção alérgica conhecido a betalactâmicos (penicilinas e cefalosporinas), pode causar diarreia, náuseas e ocasionalmente vómitos; pode ainda causar comichão e erupção cutânea em caso de reacção alérgica.

Principais razões desta prescrição: tratamento de infecções causadas por bactérias que podem afectar a tracto respiratório inferior e superior.

Nome do medicamento: Ben-U-Ron, (250mg/rectal;5ml/P.O.)

Grupo a que pertence: Analgésicos e antipiréticos

Cuidados especiais a ter com a administração: está contra-indicado em casos de insuficiência hepática, renal ou distúrbio de hematopoiese, é um medicamento bem tolerado em caso de doentes com problemas gástricos ou estômago hipersensível.

Principais razões desta prescrição: hipertermia infecciosa (prescrito se a temperatura > 38ºC).

Nome do medicamento: Brufen, (5ml/P.O.)

Grupo a que pertence: Anti-inflamatórios

Cuidados a ter com a administração: Está contra-indicado em situações de úlcera peptidica, gastrite aguda, e hemorragia digestiva. Embora este medicamento seja bem tolerado pode provocar náuseas, vómitos e erupções cutâneas.

Principais razões desta prescrição: estado febril e doloroso (prescrito em S.O.S).

Nome do medicamento: Aspegic, (250mg/E.V.) prescrito em S.O.S.

Grupo a que pertence: Analgésicos e antipiréticos salicilados

Cuidados a ter com a administração: está contra-indicado em casos de doenças ulcerosas gastro-duodenais, antecedentes de hipersensibilidade aos salicilatos e doença hemorrágica.

Principais razões desta prescrição: tratamento de afecções febris, dolorosas e inflamatórias das crianças.


7-Conclusão

Após a realização deste trabalho, posso concluir que o objectivo a que me propus foi atingido, ou seja, aprofundei os meus conhecimentos acerca do processo de enfermagem e patologia da criança; consegui atingir os objectivos do processo de enfermagem, planear, executar e avaliar as acções numa visão global das necessidades da criança enquanto membro de uma família (individualização dos cuidados e continuidade da interacção da criança com a família).

A terapêutica e o plano de cuidados foi instituído, tendo sido atingidos os resultados pretendidos o que levou a que a criança F.F. tivesse alta no dia 17 de Dezembro de 2004 do serviço de pediatria do Hospital Distrital de Bragança.


8- Bibliografia

BEHRMAN, C.; "Tratado de Pediatria"; 14º Edição; Editora Guanabara Koogan S.A.; 1987; Volume II;

CLAYDEN, G.; "Manual Ilustrado de Pediatria"; Editora Guanabara Koogan S.A.; 1998;

Dicionário de medicina, OceanoEditorial; Barcelona; 4ºEdição; ISBN: 84-494-0368

Índice Nacional Terapêutico, Tupam Editores; Lisboa; Julho de 2003; Ano XXV; Nº 86; ISBN: -972-9385-90-4;

ATMAN,L.K.; "Manual Merk Saúde para a família"; Nova variante; Porto; ISBN: 72-8528-64-7

ROZOU, T.; "Doenças Pulmonares em Pediatria: diagnóstico e tratamento"; Editora Athereu; 1999;

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