Gravidez na adolecência: um problema de saúde pública, causas e consequências

Autor:
Instituição: Universidade Estácio de Sá
Tema: Gravidez na adolecência: um problema de saúde pública, causas e consequências.

Monografia: Gravidez na adolecência: um problema de saúde pública, causas e consequências.

Universidade Estácio de Sá
2007

 

 

 

Folha de rosto:

Gravidez na adolecência: um problema de saúde pública, causas e consequências.
Universidade Estácio de Sá
2007

Projeto de monografia apresentado a Universidade Estácio de Sá como requisito parcial para a conclusão do Curso de Pós-graduação em Saúde Pública.

Orientadora: (nome dos professores orientadores)

Folha de aprovação: (dados pessoais)

Colocado logo após a folha de rosto, constituído pelo nome completo do(s) autor(es) do trabalho, título do trabalho e subtítulo (se houver), natureza (“Dissertação aprovada como exigência parcial para a obtenção do grau de Especialista em ........ à Comissão Julgadora das Faculdade__________________________” ), data de aprovação, nome completo, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem.

 

Dedicatória: (dados pessoais)

Elemento opcional, colocado após a Folha de Aprovação.

 

Agradecimentos: (dados pessoais)

Elemento opcional, colocado após a dedicatória.

 

Sumário

1. Tema
1.1 Problema
1.2 Hipóteses
1.3 Justificativa
1.4. Objetivos
1.4.1 Objetivo Geral
1.4.2 Objetivos Específicos
2. Referencial Teórico
3. Metodologia
4. Cronograma
Referências

 

1. Tema

A escolha do tema “Gravidez na adolescência: um problema de saúde pública, causas e conseqüências” pretende expor quais são os impactos que ela exerce sobre a saúde pública, demonstrando quais são os fatores que contribuem para o número cada vez maior de jovens que se tornam mães e pais precocemente, bem como esclarecer a responsabilidade do estado e da família na prevenção deste grave problema social.

A gravidez na adolescência é um problema antigo, porém, as condições sociais e culturais modificaram o comportamento humano através dos anos. Nas últimas décadas se tem registrado um aumento significativo e assustador no número de adolescentes grávidas, algo que se configura como motivo de preocupação mundial. No Brasil, em especial, o número de filhos de mães adolescentes estima aproximadamente 26% do total de nascimentos. A taxa de fertilidade da mulher brasileira vem caindo de forma significativa nos últimos anos, porém, o aumento dessa taxa só é percebido nas adolescentes, em especial, nas mais jovens.

De maneira geral, a adolescente grávida geralmente é filha de mãe adolescente, ou tem alguém próximo na família que enfrentou o mesmo problema, logo, deduz-se que a educação familiar-sexual é de suma importância para a prevenção da gravidez na adolescência.

Este trabalho propõe a reunião de diversos estudos sobre a gravidez na adolescência, abrangendo as conseqüências e impacto deste quadro na saúde pública do Brasil, apresentando ao final um material de interesse público e acadêmico.

 

1.1 Problema

Desde o início da puberdade, as meninas iniciam o processo de despertamento para a sexualidade, geralmente sem a orientação familiar ou escolar devidas. Iniciando-se muitas vezes precocemente na vida sexual, muitas adolescentes tornam-se mães consciente ou inconscientemente.

A Organização Mundial de Saúde considera que a adolescência vai dos 10 aos 20 anos incompletos. A gravidez na adolescência aumenta nas classes sociais menos favorecidas economicamente, o que leva a ressaltar a responsabilidade do Estado sobre a prevenção deste problema em especial.

O problema é provido de uma série de fatores que o motivam. A maior liberação sexual, a facilidade de acesso aos métodos de contracepção, a precocidade da menarca, a queda gradativa da qualidade de vida, são alguns dos fatores que mais importam quando se trata desse tema. A melhoria em questões infra-estruturais é de suma importância para a amenização do problema.

Educação, saúde, lazer e a melhoria das condições sócio-econômicas estabelecem-se como elementos necessários e fundamentais para que nossos adolescentes passem a se gostar mais, a entender a fase de mudança pela qual estão passando e consequentemente perceberem que a paternidade e maternidade precoces podam de maneira significativa as suas perspectivas de futuro como cidadãos e cidadãs.

Dentro desse contexto, esse projeto propõe identificar as causas possíveis que levam as adolescentes a engravidarem, caracterizando o perfil sócio-econômico das mesmas e analisando, em especial, os impactos desse problema na saúde pública do Brasil.

Assim, este projeto buscará a partir de uma pesquisa bibliográfica, dados oficiais e de institutos de credibilidade responder aos questionamentos:

De que forma a gravidez na adolescência torna-se uma preocupação para saúde pública no Brasil?

Quais mecanismo e políticas públicas podem ser utilizados para minimizar os efeitos da gravidez na adolescência?

 

1.2 Hipóteses

Diante dos problemas identificados para a realização deste projeto de monografia, as respostas alcançadas podem apresentar as seguintes hipóteses:

a) A gravidez na adolescência tem aumentado as despesas do Estado com a saúde pública no país, além de uma mudança no comportamento social das novas mães e pais, que influenciam na educação e na vida financeira das famílias. Contudo, várias políticas públicas têm sido desenvolvidas e alcançados resultados satisfatórios na prevenção, alem da assistência as jovens mães.
b) A gravidez na adolescência tem aumentado as despesas do Estado com a saúde pública no país, além de uma mudança no comportamento social das novas mães e pais, que influenciam na educação e na vida financeira das famílias. Contudo, várias políticas públicas têm sido desenvolvidas e alcançadas resultados satisfatórios na prevenção, além da assistência as jovens mães.
c) O serviço público brasileiro já está adaptado à incidência de casos de gravidez na adolescência, sendo que as despesas já estão inclusas no orçamento do SUS, tendo baixo impacto nas receitas do setor. De qualquer forma os efeitos destes casos têm desestruturado várias famílias que necessitam de acompanhamento especial, onde apesar da assistência do Estado, as políticas públicas preventivas não têm causado os impactos necessários para diminuir a incidência dos casos de gravidez na adolescência.

 

1.3 Justificativa

A gravidez na adolescência é um problema de saúde pública de caráter social, que demanda a inserção de políticas públicas que visem à redução do problema e a melhoria da qualidade de vida das adolescentes. Assim, este trabalho de pesquisa buscará fazer um levantamento dos aspectos históricos, sociais e culturais verificando as causas do problema e a sua conseqüência impactante na saúde pública do nosso país.

O trabalho será de natureza bibliográfica, que abrangerá pesquisas, estudos, matérias jornalísticas e dados oficiais do Governo brasileiro sobre a situação da gravidez na adolescência no País, além do entendimento com base em material teórico que expliquem tais fenômenos. Assim, o trabalho fará um compêndio sobre o assunto, apontando, principalmente, os impactos no serviço de saúde pública do Brasil. Para isso, serão considerados: a incidência de casos de gravidez na adolescência, o custo para os cofres públicos, as explicações psíquicas, a atuação da família, a escola e a influência dos meios de comunicação no comportamento prematuro da sexualidade juvenil.

Com este trabalho pretende-se abrir novas perspectivas para estudos mais avançados sobre este quadro social preocupante, contribuindo de forma efetiva para a tomada de decisão nas políticas públicas do Estado, e de um novo modelo de educação sexual nas escolas e nas famílias. Desta forma, um grande problema de saúde pública estará sendo minimizado e muitas jovens poderão ter novas motivações para ter um crescimento livre de complicações, como a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis (DST), conseqüências de uma sexualidade mal definida e instruída de forma equivocada.

Neste campo da gravidez da adolescência têm sido elaborados muitos estudos, assim como campanhas educativas e iniciativas do Estado voltadas para esta problemática. No entanto, os resultados parecem não mostrar uma diminuição na incidência destes casos, pois quase sempre os trabalhos desenvolvidos atendem, prioritariamente, as adolescentes que já se tornaram mães, enquanto novas jovens despertam para a sexualidade mais cedo, e parecem desconhecer os riscos de suas atitudes.

Segundo Almeida (1987), vários fatores estão associados à iniciativa precoce dos adolescentes na vida sexual, que vão do desequilíbrio familiar, como divórcios, maus tratos, relacionamento difícil com padrastos e madrastas, influência de amigos. O mesmo autor, baseado em diversos estudos, apresenta o ser humano como um ser sexual, que apresenta diversas etapas da sexualidade e uma adolescência mal assistida por pais e educadores acarreta conseqüências, como a maternidade e paternidade nesta fase da vida, além é claro, das DST.

Assim, esse trabalho pode ao seu final, apresentar sugestões que amplifiquem a necessidade de um atendimento preventivo mais contundente para as adolescentes. Desta forma se tornará um material de suma importância para o desenvolvimento de programas e projetos que atendam estas demandas, principalmente, por reunir diversos estudos do tema no Brasil e de outros países.

 

1.4. Objetivos

 

1.4.1 Objetivo Geral

Analisar e enfatizar os impactos da gravidez na adolescência na saúde pública, através do estudo das condições e dos dados que apresentam as condições sócio-econômicas e culturais destas jovens.

 

1.4.2 Objetivos Específicos

a) Analisar a partir dos registros bibliográficos as causas que levam as adolescentes a engravidar;
b) Identificar as iniciativas governamentais ou não-governamentais para minimizar a incidência de casos de gravidez na adolescência;
c) Caracterizar e discutir os impactos provocados pela gravidez na adolescência na saúde pública.

 

2. Referencial Teórico

A gestação na adolescência traz uma série de conseqüências familiares, biológicas, econômicas, e jurídico-sociais, que atingem os adolescentes e a sociedade, aja vista a abrangência da questão. Aliando-se aos fatores quantitativos e causadores da gravidez, profissionais das áreas sociais e de saúde argumentam, tentando justificar a importância dessa questão, pleiteiam a adoção de práticas e políticas para o efetivo controle do problema.

Na ótica dos profissionais, a gravidez na adolescência está associada ao aumento no número de mortes maternas e a elevação do número de prematuridade nos nascimentos, além disso, a mortalidade neonatal também é conseqüência do aumento no número de gestações precoces. A contrariedade à vontade de engravidar, associada à falta de apoio familiar e social levam as adolescentes grávidas a recorrerem a métodos abortivos ilegais e em condições impróprias, constituindo-se essa como uma das principais causas de óbitos relacionados a problemas na gravidez (SAÚDE, 1999b).

Para Santos Júnior (1999) existe riscos a curto e longo prazo que envolve a gestação precoce. Os riscos em curto prazo são físicos, em especial para as gestantes adolescentes. A longo prazo, os filhos de mães adolescentes correm sérios riscos psico-sociais. Muitas vezes, devido às dificuldades enfrentadas pelas mães adolescentes, estas abandonam seus filhos, cedendo-os para adoção, ou do contrário, as crianças estão mais sujeitas os maus tratos, devido à falta de preparo para a maternidade.

Não se pode ignorar que muitas adolescentes morrem, também, por complicações evitáveis na gravidez, no parto ou no puerpério. A adolescência e a gravidez representam importantes elementos da perpetuação da espécie humana, sendo que, no caso da gravidez precoce, a maior característica é a desestruturação do ser humano, pois representa uma pesada carga social, emocional e física, caracterizando um importante problema de saúde pública no Brasil (SANTOS JÚNIOR, 1999).

Segundo Costa e Carbone (2004), a gravidez na adolescência tem que ser vista também sobre o ponto de vista dos riscos a vida da gestante, pois é nesta faixa etária que se encontram os maiores riscos de óbitos em grávidas, seja pela idade, peso e altura das mães. As autoras propõem que o serviço público atenda a estas demandas de forma diferenciada, como orientação sexual, atendimento médico-ambulatorial, acompanhamento do pré-natal, dentre outras ações efetivas ligadas a saúde da mulher. Estes requisitos fazem parte do bojo de ações do Programa de Humanização do Pré-natal e Nascimento, instituído pelo Ministério da Saúde, através da Portaria GM nº. 569, de 01/06/2000.

A família exerce um importantíssimo papel durante a adolescência, devendo os pais, orientar seus filhos em relação às dúvidas e as angústias tão freqüentes nessa etapa da vida. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, muitos adolescentes se queixam da falta de diálogo com os pais em suas casas. Isto é fruto, principalmente do atual modo de vida, aonde os pais não tem tempo para dar atenção a seus filhos, o que leva ao distanciamento das relações, desde a infância (SAÚDE, 1999b).

Outro fator de distanciamento é que os adolescentes incorporam de maneira muito mais rápida as novas tecnologias, enquanto os pais ficam pra trás nesse sentido, criando um abismo cultural de informação e consequentemente, dificultando a relação. A adolescente que engravida e não tem proteção familiar nem social, tem grande possibilidade de abandonar os estudos, tornando-se muito difícil o seu retorno.

Almeida (1987) faz uma analogia entre as famílias do campo e das regiões industrializadas, onde nas áreas rurais as famílias tendem a participar de todas as atividades cotidianas juntas. Enquanto nas cidades devido às distâncias e dificuldades de transporte, o tempo fica escasso e as atividades familiares não são cotidianas, pois os pais passam muito tempo no trabalho, enquanto os filhos outro tempo na escola, havendo pouco convívio. Neste aspecto, o autor explica:

Disto resultarão, nos muitos curtos momentos de convívio, conflitos conjugais, se não mais freqüentes ou mais violentos dos que havia nas famílias rurais, pelo menos devido à exiguidade das casas em que se vive, mas causadores de tensão. Os filhos, ou excessivamente dominados ou então quase totalmente abandonados, vão conceber um rancor amargo contra sua situação, do qual não se libertarão facilmente e que se transformará em sentimentos de hostilidade para com a sociedade e a própria condição humana (ALMEIDA, 1987 p. 6).

As conseqüências desta falta de princípios familiares, antes tradicionais, mas agora essenciais vão desde a dissolução do lar, fuga para as drogas, queda do rendimento escolar, desamparo psicológico, maternidade e paternidade na adolescência e DST. Estas ocorrências poderiam ser diminuídas, com um maior reconhecimento da sociedade de que a família é a sua unidade celular e sem uma estrutura moral adequada, ela irá corromper todo o meio em que vive.

Esta dura realidade, que possui motivações das mais variadas, prova a ineficiência ou a inexistência de políticas públicas, principalmente locais, adequadas voltadas à educação sexual de jovens e adolescentes, exigindo uma ação conjunta entre governo e sociedade objetivando sanar o problema. A educação é de extrema importância para reverter e controlar a problemática. Os adolescentes que tem maior oportunidade de estudo estão menos sujeitos à gravidez não planejada.

Assim, o avanço no estudo da origem das causas da gravidez da adolescência (além do ato sexual, em si) torna-se de relevância e imprescindível para a construção de uma sociedade com os valores morais resgatados, tendo na família no apoio familiar e na educação escolar o ponto de partida. E, pelo exposto, parece que a única forma do Estado participar mais efetivamente, será com o apelo de que este é um problema grave para a saúde pública, que gera muitas despesas.

As fundamentações que serão pesquisadas e farão parte deste marco teórico abordarão:

• Mudanças no comportamento sexual dos adolescentes nas últimas décadas
• Gravidez na adolescência: reflexos na saúde pública
• Preocupações e ações do Estado quanto à sexualidade na adolescência

 

3. Metodologia

Este projeto de monografia pretende estabelecer um estudo de caso de caráter exploratório, tendo na pesquisa bibliográfica o principal meio de coletas de dados, visto que, um estudo mais avançado demandaria longo tempo e um custo que inviabilizaria tal proposta.

O estudo de caso é a técnica mais utilizada no campo das pesquisas sociais, principalmente em Psicologia e Administração. Segundo Dencker (1998, p. 127), o estudo de caso “é o estudo profundo e exaustivo de determinados objetos ou situações. Permite o conhecimento em profundidade dos processos e relações sociais”. Recomenda que seja aplicado na fase inicial das investigações, para compor hipóteses e reformular problemas.

De acordo com YIN (1989), a preferência pelo uso do Estudo de Caso deve ser dada quando do estudo de eventos contemporâneos, em situações onde os comportamentos relevantes não podem ser manipulados, mas onde é possível se fazer observações diretas e entrevistas sistemáticas. Apesar de ter pontos em comum com o método histórico, o Estudo de Caso se caracteriza pela “capacidade de lidar com uma completa variedade de evidências - documentos, artefatos, entrevistas e observações (YIN, 1989, p. 19) (BRESSAN, 2002, p.2)”.

Segundo Dencker (1998), a pesquisa bibliográfica é desenvolvida a partir de materiais já elaborados, como: livros, artigos científicos e publicações em sites de Internet, revistas e jornais. Existem pesquisas apenas bibliográfica, porém, todas as demais pesquisas necessitam de um levantamento preliminar e da revisão da literatura e das fundamentações teóricas. Para Dias (1999), este material disponível traz materiais que já são reconhecidos e que permite estabelecer questionamentos relevantes sobre o tema estudado.

Desta forma, este trabalho pretende reunir informações de diversos estudos sobre o tema “gravidez na adolescência”, a partir de sites da Internet, matérias jornalísticas, trabalhos acadêmicos e livros que possa contribuir diretamente para a fundamentação dos resultados que se pretende obter.

 

4. Cronograma

 

tabela

 

Referências

ALMEIDA, José Miguel Ramos. Adolescencia e Maternidade. 2ª ed. Lisboa-Portugal. Edição da Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.

BALLONE, G. J.– Gravidez na Adolescência- in psiq Web Bequetrue Geral internete, 2001- disponível http//sites.uol.com.br/gballone/infantil/adoesces3.html.). Acesso em: 01/02/2007.

BRESSAN, Flávio. FEA-USP. O método do estudo de caso. Material publicado pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP. Administração On Line Prática - Pesquisa – Ensino ISSN 1517-7912. Publicado em março de 2000. Disponível em: <http://www.fecap.br> Acesso em: 10/02/2007.

DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Métodos e técnicas de pesquisa em turismo. São Paulo: Futura, 1998.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.

SANTOS JÚNIOR, J. D. Fatores etiológicos relacionados à gravidez na adolescência; vulnerabilidade e maternidade. In: BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Política de Saúde. Cadernos juventude, saúde e desenvolvimento. Brasília, 1999. v. 1, p.223-29.

SAÚDE. Ministério da Saúde. Assistência ao pré-natal: normas e manuais técnicos. 2ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 1998.

_______. Ministério da Saúde. A adolescente grávida e os serviços de saúde do município. Brasília: Ministério da Saúde, 1999.

_______. Ministério da Saúde. Saúde e Desenvolvimento da Juventude Brasileira: construindo uma agenda nacional. Brasília: Ministério da Saúde, 1999b.

_______. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Doenças Sexualmente transmissíveis/AIDS. A situação da AIDS no Brasil. Disponível em: <http//:www.saude.gov.br> Acesso em: 01/02/2007.

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