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As Visões da Profissão de Engenharia

Autor:
Instituição: UGF
Tema: Profissão de Engenharia

As Visões da Profissão de Engenharia


Antes de iniciarmos a escrever do trabalho, colocamos um breve resumo a respeito da Engenharia, de sua história, seus segmentos e seus profissional atuante nesta área, o Engenheiro.

Engenharia- "[De Engenho + -aria] Arte de aplicar conhecimentos científicos e empiricos e certas habilitações específicas à criação de estrutura, dispositivo e processos que se utilizam para converter recursos naturais em formes adequadas ao atendimento das necessidades humanas"

Assim como a civilização, a engenharia é uma atividade que existe desde o começo do tempos, mas somente no Século XVIII passou a ser levada em consideração. Notou-se que tudo que fosse construído dependia de leis da Matemática e das ciências naturais. A engenharia está totalmente ligada a esses conhecimentos, que é adquirido através do estudo, experiência e prática. Todos esses conhecimentos são aplicados para a resolução de problemas, com os quais o engenheiro tem que lidar. A primeira escola dedicada ao ensino da engenharia foi instalada em 1747 em Paris.

Antes do meio do Século XVIII, construções em larga escala eram normalmente feitas com exclusividade por engenheiros militares. A engenharia militar envolvia trabalhos como a confecção de mapas de topografia, localizações, designs e construções de estradas, pontes, fortes e docas.

No Século XVIII, o termo Engenharia Civil veio ao uso para descrever o trabalho de engenharia que era feito por civis, e que eram de motivos não-militares. Em 1818 foi fundado em Londres o primeiro instituto de Engenharia Civil com o intuito de defender e prestigiar o significado da profissão. Dez anos depois o instituto precisou definir o que seria a engenharia civil. A escolha recaiu em um dos fundadores da associação, o famoso Thomas Tred Gold, que dizia, "é a arte de dirigir as grandes fontes de energia da natureza para o uso e a conveniência do homem, pelo aperfeiçoamento dos meios de produção e de transporte, tanto para o comércio interno quanto para o externo, aplicadas às obras de estradas, pontes, aquedutos, canais, navegação fluvial, docas e armazéns para facilidades de intercâmbio; às construções de portos, molhes, quebra-mares e faróis; à navegação por meio de energia artificial para fins de comércio; construção e adaptação de maquinarias; e à drenagem das cidades".

Com o crescente uso de máquinas no Século XIX a Engenharia Mecânica foi reconhecida como um ramo separado da Engenharia, e logo depois devido a necessidade do melhoramento das explorações foi reconhecido outro ramo, a Engenharia de Minas. Com o passar do tempo a Engenharia foi se dividindo em vários ramos, de acordo com as modernizações, Elétrica, Química, Naval, Sanitária, Aeronáutica, entre outras.

Hoje em dia apesar do engenheiro se formar em um determinado ramo, este necessita de um conhecimento básico de outros campos da engenharia, porque a maioria dos problemas com que os seus praticantes têm que lidar são problemas complexos e que se interrelacionam. O engenheiro é aquele que tem que saber resolver problemas, e tomar decisões.


Os vários ramos da engenharia

Engenharia militar

A engenharia militar foi a primeira a ser reconhecida entre todas as outras, isso devido principalmente às condições da época e a necessidade do ramo. É a ciência das construções topográficos, hidrográficos, ou outros que se relacionam com uma especialidade como: aeronáutica, elétrica, eletrônica, física entre outros. Antigamente, séculos a.C. povos já usavam a arte da engenharia, mestres de engenho, como eram chamados, cabiam a eles construir fortes, templos, castelos. Haviam também aqueles que eram responsáveis por estratégias, ou seja, a engenharia é vista em todos os ramos. Numa guerra, por exemplo, é necessário a presença daquele ou aqueles que calculam o quanto de armamento é necessário para que consiga atingir seus objetivos.

Engenharia civil

É talvez um dos mais antigos campos da engenharia, que trata com criação, melhoramentos, e proteção do ambiente comum, promovendo facilidades para a vida, indústrias e transportes, incluindo grandes edifícios, estradas, pontes, canais, linhas de trem entre outros.

Engenharia elétrica e eletrônica

O maior e mais diverso campo da engenharia, que se preocupa com o desenvolvimento e designs, aplicação, e manufatura de sistemas e equipamentos que utilizam força elétrica e sinais. Entre os mais importantes assuntos no campo nos últimos anos são energia elétrica, circuitos eletrônicos, sistemas de controles, designe de computadores, supercondutores etc..

Engenharia mecânica

Engenheiros deste campo fazem designes, testam, constróem e operam máquinas de todos os tipos. O campo é dividido em: máquinas, materiais, mecanismos, hidráulica, pneumática. Mas essa concepção vem mudando...

O mais novo projeto de um grupo de engenheiros mecânicos americanos não é um propulsor de foguete espacial, muito menos um motor movido a combustível não poluente, mas o velho sutiã. Eles estão estudando os pontos de tensão, corrigindo a posição das alças, mudando o designe e remodelando a estrutura para acabar de vez com os apertos provocados pelo acessório e a sustentação ser feita com eficiência e conforto. Essa pesquisa deixa bem claro de quão amplo é este campo da engenharia moderna.

Engenharia química

Este ramo da engenharia está preocupado com a construção, e o gerenciamento de fábricas em que os processos essenciais consistem de reações químicas.

Principais ramos da engenharia:

- Introdução a pesquisa de Introdução a Engenharia

Esta pesquisa visa relatar de uma maneira geral a forma como o profissional de Engenharia é visto perante á futuros profissionais atuantes nesta área, engenheiros já formados e pessoas não ligadas a esta carreira.

Na primeira parte da pesquisa de campo foram levantados dados, de acordo com futuros formandos do curso de Engenharia, para as seguintes questões:

Após a segunda parte da pesquisa, a entrevista com Engenheiros formados, obtivemos respostas para as seguintes questões:

Na ultima parte da pesquisa de campo foram entrevistadas pessoas não relacionadas a Engenharia que responderam as seguintes perguntas:

Após o levantamento de campo, foi-se discutida as respostas dos entrevistados e apartir delas chegamos aos seguintes resultados e consequentemente as seguintes conclusões, descritos a seguir:

- Resultados obtidos e discussões

A pesquisa de campo foi feita levando em consideração o perfil de determinadas pessoas em relação a Engenharia.

No total foram entrevistadas vinte pessoas, das quais, sete alunos de Engenharia Mecânica em fase de conclusão do curso, seis Engenheiro Mecânicos formados e sete pessoas alheias a Engenharia.

Com base nas entrevistas com futuros engenheiros pode-se chegar aos resultados abaixo descritos graficamente e comentados ao final da pesquisa.

Curso realizados antes de cursar Engenharia

A partir deste gráfico conclui-se que atualmente grande parte dos estudantes de Engenharia já ingressam na faculdade com noção e muitas vezes grande conhecimento da área estudada ao longo do curso de Engenharia, uma vez que, antes de iniciada a graduação a maioria deles passou por cursos de formação técnica. O fato de nenhum entrevistado do curso de engenharia ja ser graduado pode ser explicado pelo fato de apenas 3% da população brasileira possuir mais de um curso superior.

- Quantas horas são dedicadas por semana ao estudo extra Classe

Como a pesquisa foi feita quase que 100% com alunos que estudam a noite, as poucas horas dedicadas aos estudos respondida pela maioria acontece em virtude de muitos estudantes trabalharem ao longo do dia. Com isso o tempo disponível para os estudos é muito reduzido.

- Quais as dificuldades apresentadas ao longo do curso de Engenharia

Este gráfico esclarece ainda mais o anterior, quando a maioria dos estudantes afirmou que dedica menos de seis horas semanais para os estudos, já que 72% deles afirmou que sua maior dificuldade ao longo do curso é justamente a falta de tempo para os estudos.

- Quais as atividades desenvolvidas atualmente

Este gráfico é a justificativa para os dois anteriores, seus valores retratam o motivo da maioria do estudantes procurar Universidades noturnas e não terem tempo para os estudos. Do total, 85% trabalham na área de Engenharia e em outras áreas. 71% dos estudantes vem de outros cursos técnicos, ou seja, a maioria deles trabalha na área técnica e tem que conciliar o trabalho com estudos.

- A escolha do curso de Engenharia foi baseada em que

Poucas pessoas ingressam no curso de engenharia por causa do status da profissão, de acordo com o gráfico. Aptidão pessoal obteve um enorme percentual em relação aos outros itens, ou seja, 60% dos entrevistados afirmam que estão cursando Engenharia por estarem de acordo e gostarem das materias e da profissão de Engenharia.

- O que espera se obter com a profissão de Engenheiro


De acordo com os entrevistados boa remuneração e satisfação pessoal são os principais objetivos que cerca de 75% dos estudantes esperam alcançar. Dos 60% que ingressam na Engenharia por aptidão pessoal, pelo menos 20% deles alem de possuir aptidão, tembem estão interessados na boa remuneração que a carreira lhes proporciona. Facilidade para emprego foi citado apenas por 18% dos entrevistados, isso pode ser explicado pelo fato do mercado de trabalho cada vez mais dificultar a entrada dos estudantes no mercado de trabalho.

- Quais aspectos do curso estão correspondendo com as expectativas

Houve um certo equilibrio nas respostas dos entrevistados. Com as respostas deste grafico pode-se chegar as seguintes conclusões: Os professores das universidades estão cada vez mais treinados para dar aula proporcionando um maior conhecimentos aos alunos e correspondendo cada vez mais a suas expectativas, as instituição de ensino tambem vem agradando aos alunos, por proporcionarem cada vez mais recursos para os estudantes de engenharia desenvolverem melhor sua futura profissão.Conteudo e metodologia receberam 17% cada, o pouco tempo de aula nas universidades explica a ausencia dos cursos de engenharia possuirem mais materias e nelas se aprofundar cada vez mais.

- Qual tipo de universidade freqüenta

O fato da maioria dos entrevistados trabalhar durante o dia explica a enorme porcentagem de estudantes que cursam engenharia em faculdades privadas, uma vez que, nenhuma faculdade pública possui Engenharia em periodos exclusivamente noturnos, levanto os estudantes a procurar faculdades de ensino privado.

As entrevistas com Engenheiros formados levaram as seguintes conclusões escritas e graficamente explicadas.

- Há quanto tempo está formado

Este gráfico traça o perfil dos entrevistado em relação ao seu tempo de formação, ou seja, a grande maioria que foi entrevistada ja tem pelo menos 10 anos de formação.

- Qual vínculo empregatício

100% dos engenheiros trabalham segundo a pesquisa, o que nos leva a crer que a profissão de engenharia mesmo nos dias atuais, ainda é uma grande geradora de empregos, mesmo sem se refletir em quantidade salarial, este grafico nos mostra que o Profissional de engenharia desde os com formação recente até os mais experientes conseguem uma colocação no mercado de trabalho.

- Com que idade se formou

Mais da metade dos entrevistados concluiu a faculdade com mais de 23 anos, com isso podemos concluir que a maioria das pessoas que cursaram ou cursarão engenharia, na maioria das vezes não emenda o segundo grau diretamente com a faculdade, muitas vezes por falta de oportunidade, falta de dinheiro e tambem por demorar a decidir qual carreira seguir.Outra explicação para a tardia formação da grande maioria dos Engenheiros, ocorre por causa de reprovação e consequentemente retardo na conclusão de outras materia.

- Qual a principal dificuldade encontrada para entrar no mercado de trabalho

Embora 100% dos entrevistados esteja trabalhando e sendo remunerado, estes mesmos 100% encontraram como maior dificuldade o ingresso no mercado de trabalho, isso explica o grafico de objetivo dos estudantes de engenharia , onde apenas 18% optaram por facilidade de emprego.

- Qual tipo de universidade freqüentou

Igualmente distribuido, não é possível fazer nenhuma conclusão exata, mas pode se deduzir que, como a grande maioria dos entrevistados já está formada a mais de dez anos, a algum tempo atrás muitas pessoas tinham tempo para frequentar faculdades publicas,ou porque não trabalhavam

ou porque faculdades publicas possuim cursos de Engenharia a noite.

- Qual área de atuação

Este gráfico retrata que pelo menos 50% dos engenheiros estão concentrados em áreas industrias, devido ao enorme campo de atuação que as industrias proporcionam aos engenheiros, desde a elaboração de projetos a execuções de tarefas, melhorias, gerenciamento, etc...

- Qual piso salarial

80% dos engenheiros entrevistados recebem seus salarios na media da classe, ou seja, no campo da engenharia os salários dos profissionais são bem nivelados, mesmo a engenharia tendo diversos segmentos (Mecânica, Eletrica, Produção, etc) os salários costumam ser proporcionais de acordo com a pesquisa.

- O que mais promove satisfação na profissão



A um certo equilibrio em relação a satisfação da profissão de Engenharia, mas repassar conhecimento e realização pessoal, foram as mais apontadas pelos entrevistados. Realização financeira não foi muito mencionada, em virtude de 80 % dos entrevistados ganhar na media dos engenheiros.

- Quais os cursos realizados de Pós-Graduação


A maioria dos Engenheiros continuam a estudar após a conclusão da faculdade, o que prova mais do que nunca que, não basta ser apenas Engenheiro, continuar estudando é fundamental para se conseguir um bom emprego, uma promoção e até mesmo um maior conhecimento.

De acordo com as pessoas da sociedade, que não são ligadas a Engenharia, chegamos aos seguintes resultados:

- Quem é o Engenheiro

Engenheiro perante a sociedade, na maioria das vezes, é aquele que projeta e executa os serviços, ou seja, aquele que vai desde a elaboração de uma nova planta até a sua conclusão, acompanhando, elaborando, projetando e executando os serviços, ja para outros, Engenheiro é quele qua cuida apenas de pesquisas e para alguns, o Engenheiro é um administrador que atua em diversas áreas.

- A relevância do Engenheiro para projeto

Este é um gráfico auto explicativo.

- Quais aspectos que a Engenharia pode beneficiar a sociedade

Para a grande maioria dos entrevistados a infra-estrutura de telecomunicações é o principal fator no beneficio da sociedade. Talvez pelo fato do grande crescimento ocorrido no setor de telecomunicações nos ultimos anos, explique o enorme percentual conquistado por este item na pesquisa.

- Os benefícios que o Engenheiro pode trazer

67% do entrevistados, grande maioria, atribui como grande beneficio da profissão de Engenharia a segurança e qualidade prestados na execução dos serviços prestados pelos Engenheiros,o que colabora ainda mais com a imagem passada pelo profissional desta área, ou seja, o Engenheiro em qualquer serviço prestado, deve se preocupar em grande parte com a qualidade de seus serviços e com a segurança. Lucros financeiros e rapidez na execução dos projetos tambem foram mencionados.

- Quando foi solicitado serviços de um Engenheiro

De acordo com os entrevistados, quase que 100% afirmam que solicitaram serviços de engenharia para consultorias técnica, que é uma das principais artibuições de um Engenheiro. De certa forma, este gráfico não expressa total realidade da sociedade perante solicitações de serviços de Engenharia, ja que, muitas vezes engenheiros são solicitados para serviços de manutenção entre várias outras tarefas, mas nenhuma mencionada pelos entrevistados. Baseando-se apenas no gráfico, o que está sendo passado é a grande utilidade de um Engenheiro na hora de avaliar algum serviço a ser realizado.


- Conclusão

Baseando-se nas respostas levantadas pelas entrevistas, pelos gráficos, e pelas interpretações de cada resultado obtido, chegou-se a seguinte conclusão, transcrita em um pequeno resumo a seguir.

O engenheiro atua como gestor assumindo compromissos mais abrangentes queos tradicionalmente atribuídos à sua função profissional, justamente por possuir habilidades e competências diferentes das tradicionais, muitas vezes adquiridas no decorrer de sua vida profissional, através de experiências vividas, complementadas por cursos de especialização e aperfeiçoamento, que proporciona sua ascenção funcional.

Esse profissional teve uma formação acadêmica tradicional, porém a diversificação de tarefas impostas pela sociedade globalizada em seu mundo de trabalho, o fez repensar seus ideais e diercionar suas atividades às novas atribuições profissionais, como um gestor de negocios, empreendedor e prestador de serviços, não apenas às empresas, mas também à sociedade.

Cabe às Universidades repensarem seus cursos de engenharia, a fim de formarem o profissional atualmente demandado pelas indústrias e também pela sociedade.

A educação brasileira, em especial na engenharia, tem enfrentado um duplo desafio: educar os cidadãos para conviver com um mundo em rápida evolução e formar profissionais para atender ao amplo e mutante espectro da demanda do mercado de trabalho. Ela é vista como uma condição sistêmica essencial para melhorar a competitividade da economia nacional e para viabilizar a evolução da sociedade.

Todo o sistema de ensino tem apresentado deficiências, sobretudo qualitativas, dificultando a evolução do conhecimento. Valoriza-se mais a retórica, a repetição acrítica das informações transmitidas pelos docentes, geralmente limitadas aos conteúdos dos livros, e menos para o desenvolvimento de habilidades que capacitem o educando a pensar e a resolver problemas reais. De um lado, o ensino teórico não tem sido desenvolvido como base de diálogo com a realidade. De outro, a prático profissional e a experimentação não têm sido aproveitadas para consolidá-lo.

Essa cultura dominante se reflete particularmente de forma negativa na formação do engenheiro que, não somente tem a missão de resolver problemas reais, mas depende da criatividade como uma habilidade essencial para o cumprimento de sua missão social. O ensino técnico sem uma base sólida no conhecimento científico resulta na rápida obsolescência profissional e na incapacidade de acompanhamento dos avanços tecnológicos.

No ambiente atual de competitividade, a capacidade de aprendizagem contínua revela-se como fator crucial de competitividade.

Com a intensificação do processo de industrialização no Brasil, surge a necessidade de uma crescente especialização das engenharias, mais orientadas para servir às grandes corporações, e menos para a criação e desenvolvimento de empreendimentos da base tecnológica. Com a crise econômica dos anos 80, a engenharia perdeu prestígio.

Cada vez mais, as engenharias precisam incorporar a linguagem da ciência com maior intensidade, pois a utilização de conhecimentos empíricos, ainda importantes, não será suficiente para acompanhar a evolução dessas novas tecnologias. O modelo japonês de apropriação de idéias não é mais suficiente para promover a capacitação tecnológica e a introdução de inovações. Infelizmente, os quadros e a infra-estrutura da maioria de instituições de ensino superior é insuficiente.

Há indicações que boa parte dos docentes qualificados (titulados) não consegue acompanhar a evolução dos seus campos de interesse acadêmico, especialmente nos setores mais dinâmicos que experimentam desenvolvimento tecnológico intenso.

Classicamente, o engenheiro é visto como um técnico especializado na solução de problemas específicos e limitados a determinadas atividades ou campos de interesse. Hoje, precisam ser vistos como profissionais polivalentes aptos a contribuir para a solução de uma grande diversidade de problemas humanos, trabalhando em equipe e em temas interdisciplinares que envolvem a cooperação com outras categorias.

Em função destes novos paradigmas, o engenheiro do futuro deve ter uma visão sistêmica de sua área de formação e de sua inter-relação com áreas correlatas, sob o ponto de vista tecnológico, social, econômico e ambiental, bem como as seguintes habilidades e posturas: criatividade, capacidade e hábito de pesquisar; senso crítico; atuação em equipe; capacidade de gerenciar e liderar pessoal e ética profissional. Para tanto, é necessário que o engenheiro tenha forte formação básica, capacidade de conceber e operar sistemas complexos, competência para usar recursos computacionais, softwares e estações de trabalho, além de pleno domínio sobre qualidade total, segurança do trabalho e preservação do meio ambiente, bem como compreensão de aspectos administrativos e legais.

- Relação de entrevistados

Estudantes de Engenharia

André de Carvalho França , 22 anos, estudante da UFF

Fabricio de Andrade, 20 anos, estudante da UGF

Alex Mendonça de Albuquerque, 25 anos, estudante da UFF

Hercules Pereira do Nascimento, 26 anos, Estudante da UNESA

Alexandre Marques Albuquerque, 21 anos, estudante da UNESA

Fabiano Baptista da Silva, 24 anos, Estudante da UNESA

Vitor Hugo Kaczmarkiewicz, 29 anos, estudante da UGF

Engenheiros

Seneval Alves Bastos

Osvaldo Lins da Cunha

Francisco Carlos Neto

Bertoldo Micelli Nogueira

Jorge Luiz da Costa

Gustavo Lucena

Pessoas não ligadas a Engenharia

Phillipe Rabello, 18 anos

Patricia Carvalho Borges, 22

Jose Ricardo de Azevedo, 58

Walter Figueiredo Loyola, 20 anos

Marcio Figueiredo Loyola, 23 anos

José Jerson Freitas de Carvalho, 44 anos

Patrick Palma Soares de Araujo, 25 anos

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