Conceito Básico de Auditoria

Autor:
Instituição: UMC
Tema: Auditoria

CONCEITOS BÁSICOS DE AUDITORIA

UMC
2008

 

 

 

A auditoria externa consiste no exame de documentos, livros e registros, inspeções, obtenção de informações e confirmações internas e externas, obedecendo às normas apropriadas de procedimento, objetivando verificar se as demonstrações contábeis, que estão de acordo com os princípios fundamentais e normas de contabilidade.

 

O OBJETIVO DA AUDITORIA EXTERNA

São emitir a opinião sobre as demonstrações financeiras, cujas peças básicas são as seguintes:

• Balanço Patrimonial;
• Demonstração do Resultado do Exercício;
• Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados ou Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido;
• Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos;
• Notas Explicativas.

 

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA

Técnicas que o auditor utiliza para colher as evidências sobre as informações das demonstrações financeiras.

 

CONTAGEM FÍSICA

É utilizado para as contas do ativo.

Exemplos: Dinheiro em caixa, Estoques, Títulos (ações, títulos de aplicações financeiras etc.), Bens do ativo imobilizado.

 

CONFIRMAÇÃO COM TERCEIROS

É utilizado pelo auditor para confirmar, por meio de carta, bens de propriedade da empresa em poder de terceiros.

Dinheiro em conta corrente bancária Contas a receber de clientes, Estoques em poder de terceiros, Contas a pagar a fornecedores, Empréstimos a pagar.

 

CONFERÊNCIA DE CÁLCULOS

São efetuados diversos cálculos em todo o processo de elaboração das demonstrações financeiras. Para que um erro não ocasione uma informação errônea.

 

CONTROLE INTERNO

Conjunto de normas, sistemas, rotinas e procedimentos que formam o plano organizacional da empresa com os objetivos de proteger os ativos, produzir dados contábeis confiáveis e ajudar a administração na condução ordenada dos negócios da empresa.

Controles Administrativos – compreendem o plano de organização do sistema interno.

• Registros estatísticos;
• Estudo de tempos e movimentos;
• Avaliação de desempenho;
• Controle físico e de qualidade;
• Análise mercadológica;
• Planos de treinamento e desenvolvimento de pessoal;
• Segurança industrial.

Controles Contábeis – compreendem métodos e procedimentos relacionados com a salvaguarda dos ativos e a fidedignidade dos registros contábeis em relação aos documentos probatórios e à obediência aos ditames dos princípios fundamentais da Contabilidade.

Características de um bom controle interno contábil:

• Segregação das funções operacionais das funções controlísticas;
• Sistema de autorização e registro tempestivo das operações de forma a permitir um controle efetivo e constante da situação da empresa;
• Observação dos princípios contábeis, técnicos ou legais por parte de todos, dentro das normas éticas e profissionais;
• Pessoal adequado com classificação técnico-profissional compatível com as funções exercidas.

 

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE UM SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

Organização de Pessoal – envolve:

• Plano de organização;
• Competência e treinamento do pessoal;
• Honestidade do quadro de pessoal;
• Dedicação e zelo
• Supervisão;
• Responsabilidade;
• Níveis de alçada;

Sistema de procedimentos, registros e guarda de registros.

Sistema adequado de contabilidade – compreende todas as operações da empresa e seus objetivos de forma a possibilitar a elaboração de um bom plano de contas, respaldado nos princípios fundamentais da contabilidade, que permita a criação de contas capazes de registra adequadamente essas mesmas operações, determinando a exatidão dos registros e demonstrativos contábeis deles decorrentes.

Manual de procedimentos – compreende o conjunto de normas que estabelecem os procedimentos operacionais e contábeis.

Manual de formulários e documentos – compreende a padronização dos formulários, estabelecendo seus objetivos, finalidades gerais e específicas, nível de informação que deve conter, emitentes, usuários, sistema de movimentação, pontos de controle, critérios e locais de arquivo.

Autorizações – compreendem a metodologia adotada para a aprovação das transações, tipo e qualidade dos envolvidos no sistema, elaborada de acordo com os limites estabelecidos no sistema de níveis de alçada e segregação de funções.

Controles contábeis – compreendem os fatores marcantes de controles capazes de por si só confirmarem ou questionarem, de imediato, a confiabilidade ou exatidão dos fatos registrados e as respectivas demonstrações elaboradas.

Comunicação – compreende a ampla divulgação interna das políticas e procedimentos operacionais visando maior conhecimento de todas as etapas das transações, níveis de responsabilidade e autoridade existentes.

Segurança interna

Dispositivo adequado de guarda e procedimentos internos seguros – compreende a metodologia adotada para sistematizar a movimentação, guarda e controle de ativos, com especial atenção para os de maior liquidez e valor, a saber:

• Os ativos devem ser protegidos adequadamente;
• Valores monetários, títulos e outros bens de fácil trânsito ou transformação em dinheiro devem ser mantidos em locais próprios (cofre forte);
• Os cheques devem se nominais emitidos com cópia, assinados por duas pessoas.

Seguro adequado – compreende a realização de seguros criteriosos e adequados aos valores envolvidos e grau de risco existente para cada um deles.

Custo de controle x benefício

Se o custo de controle necessário para proteger o ativo for maior que o benefício que ele vai proporcionar, então tal controle não faz a menor sentido.

Limitações do controle interno

• Conluio (cumplicidade) de funcionários na apropriação de bens da empresa;
• Funcionários não adequadamente instruídos em relação às normas internas;
• Funcionários negligentes na execução de suas tarefas diárias.

 

PAPÉIS DE TRABALHO

A principal finalidade dos papéis de trabalho do auditor é a de servir como base e sustentação da opinião do auditor, contêm todas as informações conseguidas no curso dos exames, muitas vezes de forma sucinta, mas sempre forma clara.

Papéis de trabalho básicos de uma auditoria deverão incluir: demonstrações contábeis auditadas; balancete do razão; folhas de análises das contas de Ativo; folha de análises das contas do Passivo; folhas de análises das contas de Receitas e das contas de Despesas; folhas de análises das contas do Patrimônio Líquido.

 

ORGANIZAÇÕES DOS PAPÉIS DE TRABALHO

Os papéis de trabalho devem ser organizados segundo sua finalidade. A forma mais prática é a de mantê-los em pastas apropriadas, com a seguinte denominação:

I - Pasta Permanente;

Documentos referentes á:

• Organização;
• Capital Social;
• Contratos.

II - Pasta de Assuntos da Auditoria;
III - Pasta de Análises das Contas;
IV - Pasta de Correspondência ( Arquivo)

A elaboração dos papéis de trabalho deve seguir um padrão definido e claro. O auditor encarregado de um exame, ao preencher o respectivo papel de trabalho, deve ter em mente que o seu trabalho há de ter condições de ser examinado e compreendido por outro auditor, sem deixar dúvidas e sem necessitar de esclarecimentos adicionais, verbais ou escritos. Se não alcançar esse estágio, o papel de trabalho não estará corretamente elaborado.

Algumas regras básicas:

• Os papéis de trabalho devem evidenciar a observância às normas de auditoria geralmente adotadas;
• Devem incluir todos os dados e informações pertinentes, excluídos os irrelevantes;
• Devem ser limpos, claros e corretos, sem erros de natureza matemática;
• Devem conter todos os elementos e informações que amparem o que se mencionar no parecer e nos relatórios;
• Devem incluir os dados para fácil identificação da data em que foi elaborado, quem foi o encarregado e quem fez a revisão.

Os auditores usam, nos papéis de trabalho, alguns sinais e símbolos, para evidenciar as conferências e os cruzamentos feitos com valores constantes de outros documentos, ou dos registros contábeis.

O balancete constitui-se no pivô dos trabalhos de auditoria. O auditor confirmará cada parcela das contas consideradas relevantes. A folha de papel de trabalho que corresponder ao balancete só se encerra quando ficar concluída a auditoria.

No fim do trabalho de auditoria, emitido o Parecer e elaborados os relatórios, os papéis de trabalho devem ser arquivados em lugar seguro, mas de fácil acesso, pois esses papéis estão sujeitos a verificações constantes, para atender a consultas do cliente, sendo certo que serão utilizados pela equipe escalada para a auditoria do ano seguinte, a qual abrirá os novos papéis consultando os anteriores.

 

PLANEJAMENTO DE AUDITORIA

Consiste no plano de trabalho para exame de área específica. Prevê os procedimentos que deverão ser aplicados para que se possa alcançar o resultado desejado. Deve, entretanto, ser bastante amplo e flexível, sendo que o auditor deverá estudar com cuidado as condições da empresa e elaborar o programa adequado.

Deverá ser traçado de tal forma a permitir que as respostas sejam anotadas em seguida às questões formuladas.

O planejamento da auditoria deve elaborar programas específicos para cada área, através de métodos apropriados, a auditoria verifica se o item existe, mensura-o, avalia-o e, seguida, verifica se foi corretamente registrado, ou escriturado.

Alguns conhecimentos que o auditor externo deverá ter sobre a empresa auditada são os seguintes:

• Financeiro;
• Contábil;
• Orçamentária;
• Pessoal;
• Fiscal e Legal;
• Operações;
• Vendas;
• Suprimentos.

 

Demonstrações Financeiras a serem auditadas

As demonstrações financeiras para as quais tem de emitir o parecer são as seguintes:

Balanço Patrimonial: Relata os bens e direitos do ativo e as obrigações e participações dos acionistas da empresa. As contas são classificadas como: Ativo Circulante, Ativo realizável a longo prazo, investimentos ativo imobilizado, ativo diferido, passivo circulante. Passivo exigível a longo prazo, resultado de exercícios futuros e patrimônio liquido;

Demonstração de resultado do exercício: seu objetivo é relatar o lucro ou prejuízo apurado pela empresa. Os principais grupamentos de contas são os seguintes: Receita bruta das vendas de bens e serviços, deduções de vendas abatimentos de impostos,custo das mercadorias e serviços vendidos, despesa com vendas despesas financeiras, despesas gerais e administrativas, outras receitas e despesas operacionais, receitas não operacionais, despesas não operacionais, saldo de conta de correção monetária, provisão para imposto de renda, participações e contribuições e lucro por ações do capital social.

Demonstração e lucros ou prejuízos acumulados, ou demonstração das mutações do patrimônio liquido: tem como objetivo relatar asa modificações ocorridas na conta lucro ou prejuízos acumulados em determinado período.

Demonstração das origens e aplicações de recursos: seu objetivo é relatar a natureza dos recursos que entram na empresa e como estes foram aplicados.

 

Caixas e bancos

Aspectos da Auditoria

Ao selecionar as contas de receitas caixa e bancos a serem analisadas, o auditor deve avaliar os seguintes pontos:

• A natureza das operações incluídas na conta.
• Operações que tem importância significativa para a situação patrimonial
• Os resultados das operações deverão receber atenção especial;
• A extensão do controle interno sobre operações;
• A importância relativa das operações.

Quanto mais relevantes às operações registradas em determinada conta, mais atenção ela está sujeita a receber. A extensão em que outros testes forneceram, indiferentemente, comprovação para o saldo da conta. Se grande número de comprovantes foi examinado quando da auditoria nas contas patrimoniais, relativamente necessitará de menor atenção. Ao examinar tais contas, o auditor prepara uma análise de conta, retroagindo da conta do razão para os documentos originais de registro. Para cada lançamento ele devera verificar se a operação foi devidamente aprovada, se é uma operação exata para a empresa se foi registrada como os princípios contábeis, ele deve examinar os documentos representativos da operação (no caso de pagamentos os comprovantes) que o lançamento objetiva registrar.

Na análise das RECEITAS, as vendas, na maioria dos casos, são os objetos centrais das atenções do auditor, ele deve examinar a segurança do controle das vendas, as devoluções, o cumprimento das exigências fiscais nas vendas, as influências das vendas no resultado. É preciso ainda que se examinem com muita objetividade o controle do crédito (cadastro) e o faturamento, também as devoluções e as vendas das mercadorias em consignação caso haja.

A verificação pode dar-se quando se examinam as entradas de caixa ou, então, logo após o exame das contas financeiras. As principais fraudes nas vendas são as omissões de receitas e as de cálculo errado nas notas, para acobertar cobranças a vista feitas em excesso. Outras fraudes operam-se nos faturamentos, omitindo-se faturas e cobrando por fora a nota a prazo.

Para tal fim deve o auditor recomendar ao seu cliente uma rigorosa e constante verificação nas vendas e uma eqüitativa distribuição de responsabilidades dos estoques. Sendo assim, as vendas precisam, tanto quanto o Caixa, de um controle severo e atento, pois são expressivos veículos de sonegação, especialmente nas empresas de precária organização.

O saldo anterior para inclusão no levantamento pode ser obtido através da declaração de rendimentos da empresa referente ao exercício anterior. Como se vê, através desse levantamento, tem-se uma visão bastante sintética do que é o caixa de uma entidade como resultado de seu movimento de recebimentos menos pagamentos. As grandes empresas necessitam de uma contabilidade organizada, bem como controles internos que realmente funcionem. Porém, muitas pequenas e médias empresas também possuem sistemas modernos de contabilidade.

Nesses casos, a diferença básica entre os exames que o profissional terá que fazer será o volume da documentação a ser examinada. O Auditor fará um "cruzamento" entre os documentos de pagamentos e os valores lançados no caixa. Como a quantidade de documentos é grande, muitas vezes poder-se-ia adotar a amostragem como método de auditoria. Nesses casos, pode ser escolhido um período para verificação, e ali, concentrar os esforços conferindo a fidedignidade dos lançamentos contábeis. Além desses exames, outros são necessários e devido ao fato de não serem muito trabalhosos, devem abarcar todo o exercício financeiro aditado. Tal é o caso da conferencia dos suprimentos do caixa. Primeiro deve-se verificar se os recebimentos lançados no caixa são de fato receitas auferidas legalmente pela empresa com a emissão das respectivas notas fiscais.

Terminada a fiscalização da receita oriunda das atividades normais da empresa, passa-se á verificação dos "outros suprimentos" que são débitos lançados á conta caixa e ou bancos, não oriundos de receitas operacionais.

E esses suprimentos tanto podem ser empréstimos bancários como de pessoas físicas, adiantamentos de clientes, etc. Essa verificação contempla sua legalidade autenticidade e as repercussões tributárias. Prosseguindo na auditagem, será efetuada uma verificação nas contas do passivo com o fim de verificar sua autenticidade. Contas como duplicatas a pagar, contas a pagar, devem ser examinadas cuidadosamente. Essas contas podem conter o chamado "passivo fictício" que nada mais é que a tentativa da empresa de esconder pagamentos. Na verdade, houve o desembolso de numerário para cobrir obrigações já vencidas e ainda pendentes nessas contas. Ocorre que para não lançar esses pagamentos a crédito da conta correta, o caixa, é mantido como não pagos.

 

1. Caixa

1.1 - Com base no Termo de Encerramento de Caixa elaborado pela Comissão Especial, verificar:

• O numerário existente na Tesouraria, confrontando com os registros da Contabilidade;
• Se os cheques emitidos para pagamentos e em poder da Tesouraria constam na relação de cheques pendentes e nas conciliações bancárias; e.
• Se forem guardados na Tesouraria outros documentos importantes, tais como: ações, títulos de créditos, cauções, etc. Comprovando os registros contábeis do mesmo e a adequação da sua valoração;

1.1 no caso de existirem depósitos em caução ou garantias para execução de contrato, verificar a documentação suporte e a adequação das transações.

1.2 - Verificar a autenticação dos comprovantes que formam o saldo de Caixa e se os mesmos foram corretamente classificados ou se deveriam ser classificados como Valores a Receber.

1.3 - Verificar a existência de Fundo Fixo de Caixa se há registro do mesmo na Contabilidade, quem controla e qual o limite, e solicitar Termo de Responsabilidade. Atentar para a adequada utilização dos recursos, atentando para despesas não características de Fundo Fixo.

 

2. Bancos

2.1 - Solicitar à Entidade a análise dos saldos de bancos, o mapa-resumo das reconciliações bancárias, conferirem cálculos matemáticos e conferir o balancete com o razão geral e o razão analítico, se houver.

2.2 - Verificar se todas as contas bancárias estão incluídas através de indagação e revisão dos papéis de trabalho do ano anterior.

2.3 - Solicitar à Entidade ou ao banco os extratos bancários originais referentes à data de encerramento e os posteriores à data do balanço.

2.4 - Solicitar confirmação na data do balanço junto aos bancos com os quais a companhia fez negócios durante o ano.

2.5 - Ao receber a confirmação dos bancos e os extratos bancários:

• Confirmar os saldos informados pelo banco com as reconciliações.
• Verificar se outras transações (aplicações financeiras, empréstimos, etc.) foram adequadamente registradas e divulgadas.
• Confirmar se há restrições sobre a disponibilidade de saldos.
• Verificar a liquidação subseqüente dos ativos de débito e cheques pendentes nas reconciliações com os extratos bancários do mês subseqüente.
• Analisar as reconciliações e solicitar ao órgão, os esclarecimentos para pendências antigas ou itens não usuais.
• As pendências de maior valor para os quais os bancos ainda não enviaram os extratos dos meses subseqüentes, solicitar à Entidade a documentação comprobatória (cheque, nota fiscal, etc.) e faça uma breve descrição do que se refere o pagamento.
• Verificar se os outros itens da reconciliação, além dos cheques pendentes e depósitos em trânsito, estão adequadamente contabilizados.

2.6 - Investigar depósitos e desembolsos significantes para alguns dias antes e após a data do balanço e assegurar que estão registrados apropriadamente.

2.7 - Revisar os saldos da conta corrente bancária para classificação correta. (Por exemplo, saques a descoberto talvez tenham que ser apresentados como passivo).

 

Contas a receber

As contas a receber representam direitos adquiridos por vendas a prazo de bens ou serviços relacionados com o objetivo social da empresa.

• adiantamentos (férias, viagens, 13º salário etc.) e empréstimos a empregados, administradores, acionistas e empresas controladas e coligadas;
• impostos a recuperar(ICMS e IPI);
• depósitos compulsórios;
• bancos e conta vinculada;
• sinistros a receber;
• contas retificadoras (provisão para devedores duvidosos; duplicatas descontadas etc.);
• etc.

As contas a receber são contabilizadas no momento da passagem da propriedade do bem ou quando o serviço for efetivamente prestado.

As contas a receber vencíveis em um ano são classificadas no ativo circulante e, após esse prazo, registradas no ativo realizável a longo prazo.

O saldo da provisão corresponde ao somatório dos valores de duas etapas, identificar perdas já conhecidas e realização da estimativa de contas a receber dos clientes restantes com base em experiências anteriores.

O desconto de duplicatas éuma das formas de a empresa captar recursos junto à rede bancária.

Os imposto a recuperar são classificados no grupo de contas a receber e representam o saldo devedor na conta de ICMS e IPI.

 

Os principais procedimentos de auditoria são:

Existência: Verifique se as contas a receber foram devidamente classificadas entre ativo circulante e ativo realizável a longo prazo.

Avaliação: Notas de crédito emitidas e as notas de devolução recebidas no mês subseqüente ao do encerramento do exercício social

Classificação: Se não existe ônus sobre as contas a receber.

 

ESTOQUES

Os estoques são bens destinados a venda ou a fabricação, relacionados com os objetivos da empresa.

Compreendem-se todos os materiais, tais como: matérias-primas, materiais auxiliares de produção, materiais secundários, embalagens, produtos em fabricação, produtos semi-elaborados, produtos para venda, produtos para revenda, embalagens usadas, materiais obsoletos, sucata, produtos alimentícios, mercadoria em postos de abastecimento.

Procedimentos de auditoria.

Os procedimentos de auditoria a serem utilizados são dependentes da efetividade do controle interno e da materialidade.

• Segue abaixo alguns procedimentos ilustrativos que poderão ser utilizados durante a execução dos trabalhos de auditoria:
• Contagem de estoques de matérias-primas, processo acabados e materiais em consignação ou com terceiros.
• Confirmação de estoques com terceiros;
• Confirmação de estoques de terceiros;
• Confirmação de estoques em consignação. Exame documental das notas fiscais por compra e pagamentos;
• Exame de contratos de compra e venda;
• Exame documental das apropriações de matérias-primas e mão-de-obra;
• Exame de atas e assembléias.

Cálculos das quantidades pelo preço unitário;

• calculos dos impostos;
• Apropriação das despesas gerais de fabricação.

Características.

O Auditor deve voltar a sua atenção para todas as características inerentes ao produto.

Disponibilidade - existirá sempre material suficiente na hora certa e em quantidades ideais, de forma que a produção não venha a sofrer atrasos ou dificuldades;

Pesquisa - no ato da aquisição é necessário ter-se a certeza de que somente é adquirido o material que realmente é o melhor obtenível para o fim a que se destina;

Aquisição - as compras devem reger-se pela forma mais econômica e nas melhores condições possíveis;

Preço - deverão existir sempre cotações de diferentes fontes, e os valores contabilizados nunca devem ser superiores aos reais;

Recepção - a recepção da mercadoria deverá ser sempre revestida de todos os cuidados, para que se recebam de fato as mercadorias nas quantidades e qualidade adquiridas;

Quantidade - as mesmas deverão ser sempre as dos documentos ou registros, que deverão permitir a conferência de sua movimentação histórica, de preferência por controles cruzados;

Qualidade - todos os meios devem ser usados para os controles de qualidade, tanto físico como visuais;

Custos - toda a mercadoria estocada representa custo, tal como: de empate de capital, de área ocupada, de manuseio, de preservação, de seguro, etc.

Custódia - será tomadas todas as providências para evitar extravios, responsabilizando-se pessoas determinadas e dando-lhes a correspondente autoridade e meios para que, de fato, tenham a supervisão do que lhes foi confiado;

Embalagem - cuidados especiais devem ser tomados com mercadorias que vêm acondicionadas em embalagens fechadas, para que as quantidades sejam as indicadas nos volumes, é conveniente embalar as mercadorias com antecedência e nas quantidades usualmente requisitadas;

Acesso - as mercadorias devem ser estocadas de preferência perto dos locais de consumo e nos depósitos, de acordo com as suas características físicas, permitindo entregas racionais e ordenadas;

Preservação - os materiais devem ser preservados contra pó, umidade, ferrugem, oxidação derrame, calor, ressecagem;

Deterioração - especiais cuidados devem ser tomados com mercadorias sujeitas a deterioração. Devem ser armazenadas em depósitos apropriados e os produtos mais velhos devem ser consumidos primeiramente. Mercadorias imprestáveis devem ser segregadas de mercadorias novas;

Consumo - as mercadorias somente devem ser entregues ao consumo mediante requisição e ordens de retirada, devidamente preenchidas e visadas por quem de direito. As devoluções devem merecer todos os cuidados, tanto na sua escrituração, como no de seus aspectos físicos.

Seguro e segurança - devem ser examinadas as apólices de seguro e verificado se os materiais estão todos enquadrados, e cobertos pela mesma. As condições de segurança quanto a incêndios e inundações também devem ser verificadas;

Transporte - utensílios de manuseio e transporte também devem existir dentro de padrões modernos e adequados.

Os métodos de Auditoria para cada tipo de indústria e produto devem ser delineados de caso para caso, atendendo-se a manuais de procedimentos e folhas de trabalho, onde constem todas as áreas existentes, a fim de não se esquecer nenhum detalhe.

Movimento de estoques inclui:

• inventário físico (último realizado):
• Relação dos saldos pelas fichas de estoques e pelos preços de custo e de venda;
• classificação dos estoques;
• localização dos estoques; relação de faltas e sobras do último inventário.

O papel do auditor deve ir além de uma revisão, pois, ao executar seu trabalho, tem condições de transformar-se em autêntico conselheiro, oferecendo sugestões de valor, e protegendo a empresa contra fraudes, desperdícios, evasões etc.

 

Despesas Antecipadas

A auditoria das despesas antecipadas, classificadas como ativo circulante tem a finalidade de:

• determinar que representam gastos efetivos que irão beneficiar o período subseqüente;
• determinar se foram utilizados em bases uniformes os princípios de contabilidade geralmente aceitos;
• determinar se estão corretamente classificadas nas demonstrações financeiras e se as divulgações cabíveis foram expostas nas notas explicativas.

Alguns exemplos de procedimentos de auditoria relacionados: confirmação com empresas de seguro, exame de faturas, notas fiscais, apólices de seguro, cálculo da amortização mensal, observação dos controles internos, etc.

 

Investimentos

As empresas como parte de sua política aplicam recursos em títulos e outros direitos co vários objetivos:

• Tornar rentável o excesso temporário de dinheiro em bancos;
• Estabelecer relações satisfatórias co outras empresas;
• Estender as operações por meio de criação de novas empresas;
• Diversificar as operações por meio de formação de novas companhias.

Tais operações dividem-se em três grandes grupos:

Aplicações Financeiras: Letra do banco central, letras imobiliárias, certificados de depósito bancário, letra de Câmbio, depósitos a prazo fixo, debêntures e caderneta de poupança.Essas aplicações são classificadas no ativo no grupo do disponível, circulante e realizável a longo prazo.

Participação no capital social de outras empresas: São representadas por ações ou quotas do capital social. Essas participações são classificadas no balanço patrimonial da seguinte forma:

No grupo de valores e bens do ativo circulante, no caso de a empresa ter intenção de aliená-las até o término do próximo exercício social;

No grupo de valores e bens do ativo realizável a longo prazo, na hipótese de a empresa ter intenção de aliená-las após o término do exercício social;

No grupo de investimentos do ativo permanente, no caso de a empresa não ter intenção de aliená-las.

Outros Investimentos: Representam investimentos não relacionados com aplicações financeiras ou participações no capital social de outras empresas.

Investimentos Avaliados pelo método de Equivalência Patrimonial

Seus lucros ou prejuízos apurados na sociedade investida são reconhecidos na sociedade investidora. Sendo necessário definir alguns conceitos básicos.

Sociedade Coligada: 10% ou mais do capital social de uma empresa sem controlá-la.

Sociedade Controlada: è titular de direito de sócio que lhe assegure, de modo permanente nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores.

Relevância de investimentos: Em cada sociedade coligada ou controlada quando seu valor contábil é pelo menos 10% do patrimônio líquido da sociedade investidora.

Investimentos que devem ser avaliados pelo método de equivalência patrimonial: Os investimentos relevantes em coligadas sobre cuja administração a sociedade investidora tenha influência ou participe com 20% ou mais do capital social.

Cálculo da avaliação e contabilização dos dividendos: O valor do investimento da sociedade investidora será determinado mediante aplicação do percentual de participação no capital social da sociedade controlada ou coligada sobre o valor de seu patrimônio líquido.A contabilização deverá acontecer na sociedade investidora com redução do investimento.

Por ocasião da aquisição do investimento, deve se dividir o custo da aquisição da seguinte forma:

Equivalência Patrimonial;

Ágio ou deságio, representado pela diferença entre o custo de aquisição e a equivalência patrimonial.

 

Imobilizado

Os objetivos básicos são:

1.1 Certificar-se que os bens constantes em conta de Imobilizado da empresa são de fato de sua propriedade, existem, e se encontram em utilização;

1.2 Verificar se a totalidade do Imobilizado está contabilizada adequadamente, de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade, em uniformidade com os itens da em serviço relativos a exercícios anteriores;

1.3 Verificar se as adições do período estão corretamente representadas contabilmente e se representam bens físicos reais em uso, instalados ou construídos;

1.4 Verificar os custos e as respectivas depreciações aplicáveis a todos os itens baixados, se o foram contabilmente feitos de forma adequada;

1.5 Certificar-se de que o montante da depreciação contabilizado é levado a resultado durante o exercício em que foi registrada, em conformidade com os índices usados em exercícios anteriores, em base aceitável e nunca excessiva;

1.6 Certificar-se que os saldos da Depreciação Acumulada são razoáveis, levando-se em consideração a vida útil dos bens (remanescente) e possíveis valores residuais, e que;

Verificar se existem ônus ou gravames sobre o imobilizado e, existindo, se estão perfeitamente divulgados nas demonstrações financeiras.

Alguns exemplos de procedimentos de auditoria relacionados: exame de bens, inspeção em obras em andamento, confirmação das escrituras em cartório, exame de documentos de compra e venda, cálculo da depreciação, etc.

 

Ativo Diferido

No ativo diferido são registradas as despesas que contribuirão para a formação de mais um exercício social.

São exemplos de despesas diferidas os seguintes gastos:

Despesas pré - operacionais: São todos os gastos que a empresa incorre antes de entrar em operação.

Gastos com pesquisas: O objetivo é de obter um retorno desse investimento à posteriori, e esses gastos são registrados em contas do ativo diferido e amortizados.

Despesas de Reorganização: São incorridas na reorganização do layout das instalações fabris, da estrutura administrativa, etc.

Os princípios contábeis recomendam que haja um perfeito relacionamento entre receitas, custos e despesas.

Na prática a maioria das empresas amortiza as despesas pré-operacionais e de reorganização pelo método da linha reta (valores iguais anuais) para um período de cinco a dez anos.



Obrigações

As contas do passivo são testadas para a subavaliação, ou seja o auditor está interessado em constatar se todas as dívidas da companhia foram registradas na contabilidade.As obrigações da empresa compõe os seguintes grupos de contas:

Empréstimos a pagar;

Fornecedores a pagar: O momento que deve ser reconhecida à obrigação ocorre quando a empresa recebe a prestação de serviço ou quando o ativo passsa para a sua propriedade.

Imposto de renda a pagar: A despesa do imposto de renda deve ser contabilizada no exercício social em que a empresa gerou lucro.A prática contábeis relacionadas com os incentivos fiscais é de contabilizá-los após a entrega da declaração de rendimentos.

Outros impostos a pagar: São registrados os impostos que incidem sobre as operações da companhia e são contabilizados mediante débitos nas contas de resultado e crédito no passivo.Exemplos: ICMS, IPI, ISS, PIS, COFINS, Taxa de lixo, Imposto predial e IVA.

Salários a pagar e descontos e encargos sociais a recolher: São registrados os rendimentos líquidos a pagar dos empregados e deduções dos rendimentos brutos dos funcionários.Exemplos: INSS e IRRF.Encargos sociais são contabilizadas as obrigações trabalhistas que incidem sobre os rendimentos dos funcionários.

Outras obrigações;

Provisões: Representam encargos ou riscos que, conforme a leis das SA deverão ser contabilizados até a data do balanço.

As obrigações são classificadas no balanço patrimonial nos grupos do passivo circulante ou exigível a longo prazo.

 

Empréstimos

Nessa área o auditor está interessado em verificar se todos os empréstimos foram contabilizados, se os encargos financeiros estão sendo registrados dentro do regime de competência e se as informações pertinentes foram adequadamente relatadas nas demonstrações financeiras sob exame.

Os empréstimos são contabilizados por ocasião de recebimento e avaliados pelas quantias devidas da data de encerramento do exercício social e classificados no passivo circulante ou exigível em longo prazo.

 

Resultados dos Exercícios Futuros

A lei das SA estabelece que serão classificadas como resultado de exercícios futuros, as receitas diminuídas dos custos e despesas a elas correspondentes.De acordo com os princípios contábeis existem três formas de reconhecimento de lucro de contrato a longo prazo que são os seguintes:

Método do contrato terminado: Esse método é normalmente utilizado quando é incerto determinar, com antecedência, o montante total do lucro do contrato;

Método de andamento do contrato com base nos custos incorridos: É utilizado quando se pode determinar com antecedência e com um certo grau de segurança o custo total estimado a ser incorrido;

Método de andamento do contrato co base no progresso físico: O lucro é reconhecido com base anual e esse critério só é utilizado quando se pode determinar com antecedência o lucro previsto no contrato.



Patrimônio Líquido

Este representa a parcela dos ativos financiada pelos acionistas. E é composto das seguintes contas:

Capital Social;
Reservas de capital;
Reservas de reavaliação;
Reservas de lucros;
Lucros ou prejuízos acumulados;
Ações em tesourarias.

 

Receitas, Despesas e Custos

A auditoria de receitas, despesas e custo compreendem os valores registrados na DRE e os débitos nas contas de estoque, referentes às compras de matérias-primas e custos incorridos na fabricação de produtos para a venda.

Receitas

Dividem-se em três grandes grupos:

Receitas Operacionais: São oriundas da atividade principal da companhia;

Receitas Financeiras: Representam rendimentos auferidos em função dos recursos da empresa serem utilizados por terceiros;

Receitas não Operacionais: são ganhos auferidos fora da atividade principal da empresa.

As receitas são reconhecidas na DRE por ocasião da passagem de propriedade do bem ou produto acabado para terceiros.

A auditoria de despesas e custos é dividida da seguinte forma:

• Despesas que são testadas em conexão com as contas do balanço patrimonial;
• Aquisições de matérias – primas e serviços;
• Custo de vendas;
• Impostos;
• Folha de pagamento;
• Outras despesas e gastos gerais de fabricação.



Revisão Analítica

O objetivo da revisão analítica é detectar e analisar as situações anormais constatadas nas demonstrações contábeis, mais precisamente nas contas do balanço patrimonial e nas demonstrações do resultado do exercício.

A revisão analítica deve ser efetuada na visita preliminar e antes dos testes nas contas de ativo, passivo, receita e despesas.Podem ocorrer situações anormais, e as que mais preocupam os auditores são as seguintes:

• Registro de transações fora do principio de contabilidade geralmente aceitos;
• Mudança na aplicação de um princípio contábil;
• Erro;
• Irregularidades.

Os principais índices utilizados pelos auditores são:

• Índices de Liquidez;
• Índices de Capitalização;
• Índices de Lucratividade;
• Índices de Rotatividade;
• Índices de Volume das Operações.

 

Parecer de Auditoria

O parecer de auditoria é o instrumento pelo qual o auditor expressa sua opinião, em obediência às normas de auditoria; após a realização de todo o trabalho de campo, reunindo provas e evidências sobre as demonstrações financeiras, é que o auditor determina seu entendimento sobre a representatividade e o conjunto dos mesmos. Seu exame de campo, concluído por intermédio de programa de trabalho, o endereça à obtenção de informação e fatos que determinam seu posicionamento e o impele a análise, pesando e medindo efeitos decorrentes das informações obtidas.

A emissão do parecer reflete o entendimento do auditor acerca dos dados em exame, de uma forma padrão e resumida que dê, aos leitores, em geral, uma noção exata dos trabalhos que realizou e o que concluiu.

O parecer do auditor, em condições normais, contém três parágrafos:

• 1º parágrafo: determina e referencia o propósito de trabalho do auditor e a responsabilidade por ele assumida.
• 2º parágrafo: determina a abrangência do trabalho de auditoria e a forma pelo qual o trabalho foi direcionado.
• 3º parágrafo: determina a opinião do auditor sobre o trabalho realizado.

Entretanto, pode ocorrer a inclusão de um ou mais parágrafos, em que o auditor realiza seus comentários ou referências a notas explicativas de possíveis divergências ou discordâncias em relação às demonstrações financeiras ou ao trabalho realizado.

O parecer classifica-se, segundo a natureza da opinião que contém, em:

• Parecer sem ressalva;
• Parecer com ressalva;
• Parecer adverso;
• Parecer com abstenção de opinião.

Parecer sem ressalvas ou limpo

O parecer sem ressalvas indica que o auditor esta convencido de que as demonstrações contábeis foram elaboradas consoante as disposições contidas nas normas de auditoria independente, em todos os aspectos relevantes.

Negativa de parecer

O auditor não deve emitir parecer sem ressalva quando existir qualquer das circunstancias seguintes, que, na sua opinião, tenham efeitos relevantes para as demonstrações contábeis:

Discordância com a administração da entidade a respeito do conteúdo e/ou forma de apresentação das demonstrações contábeis;

Limitações na extensão do seu trabalho.

Parecer com ressalva

O parecer com ressalva e emitido quando o auditor conclui que o efeito de qualquer discordância ou restrição na extensão de um trabalho não e de tal magnitude que requeira parecer adverso ou abstenção de opinião.

Parecer adverso

No parecer adverso, o auditor emite opinião de que as demonstrações contábeis não estão adequadamente representadas, nas datas e períodos indicados, de acordo com as disposições contidas nas normas de auditoria independente.

O auditor deve emitir parecer adverso quando verificar que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal magnitude que impossibilite a emissão do parecer com ressalva.

 

Relatório - Comentário

O auditor auditor deve olhar a empresa como um empresário e não como um contador especializado, devendo estar atento a pontos que levem a empresa a ter maior controle sobre seus ativos, melhorando a qualidade e segurança de suas informações e gerando mais lucro.

No relatório deve-se conter o índice para facilitar a identificação dos pontos, introdução com os dados da empresa e os comentários e sugestões que devem ser ordenados por grau decrescente de importância do assunto ou por ordem de agrupamento de contas do balanço patrimonial.

 

Recrutamento, Seleção, Treinamento e Avaliação de Auditores

O produto principal de uma empresa de auditoria externa é seu quadro de profissionais.Desse modo, seu sucesso dependerá da qualidade de seu pessoal.

 

Qualidades necessárias dos candidatos

• Estar cursando a faculdade de Ciências Contábeis;
• Idade limite – Os auditores são formados por meio das empresas de auditoria, em função de as universidades não terem um curso específico na área;
• Potencial de inteligência – A auditoria como qualquer outra atividade, exige que o profissional tenha um nível razoável de inteligência para a execução do trabalho;
• Aparência – Normalmente, um auditor de boa aparência transmite a impressão de competência profissional.

Os candidatos poderão ser procurados junto ás faculdades de ciências contábeis ou anúncios em jornais.

A seleção é dividida em quatro fases:

• Entrevista Inicial;
• Teste psicotécnico;
• Teste de conhecimentos gerais;
• Entrevista Final.

Os auditores devem ser avaliados por seus superiores imediatos para cada serviço de auditoria.

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