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Tipos de Custo

Autor:
Instituição: Desconhecida
Tema: Sistema de Custos

SISTEMAS DE CUSTOS

Campo Novo do Parecis - MT

2006


INTRODUÇÃO

O referente trabalho tem o intuito de mostrar o quanto é importante saber quanto vale um produto; tanto na sua produção, como na comercialização, até no seu destino final.

Quero também mostrar meios de como podemos chegar há um raciocínio sobre a cadeia de cálculos para concluir uma operação.

Farei uns comentários sobre os custos históricos e custo padrão, onde custo histórico é mais usado em linha de montagem, pois é muito difícil ter retrocesso e ainda é uma seqüência de acontecimentos. Isso podemos ver como exemplo no filme do Charles Chaplin, em " Tempos Modernos ".

Quanto ao custo padrão comentarei mais pois ele é o mais aplicado em todos os sentidos, o mais usado atualmente principalmente no comercio e setores de agronegocios e outros mais.

Sistemas de custo é aplicado em todos os setores porque o mercado capitalista exige que precisamos ter conhecimento sobre qualquer mercado de investimentos e para melhor entender tudo isso darei uma ampla orientação sobre esses campos.


SISTEMAS DE CUSTOS

A área de custos terminologia própria que, entretanto, muitas vezes é utilizada de forma equivocada. Sendo assim, é importante a definição dos termos utilizados com maior freqüência a fim de evitar qualquer erro na interpretação dos conceitos.

O objetivo de qualquer sistema de custo é determinar o custo incorrido no processo de produção de bens ou de prestação de serviços. Em função da utilidade que será dada a essa informação, serão definidos os critérios utilizados ao longo do trabalho.

O sistema de custo também fornece informações sobre gastos incorridos nos diversos departamentos que compõem a estrutura organizacional da empresa, possibilitando a identificação a identificação do responsável pelo consumo dos gastos e facilitando o controle gerencial e a elaboração de orçamentos.

O sistema de custo possibilita por meio da descrição de processos, funções, atividades, tarefas, e operações, que permitem identificar as atividades que não agregam valor, qual o custo de participação no custo dos produtos e quais as ferramentas gerenciais que podem ser implementadas para sua eliminação.

O custo dos produtos é a apropriação dos custos à produção ou aos serviços prestados no período, por meio da utilização da estrutura organizacional da empresa.

A empresa busca, através da gestão de preços (fixação e administração de preços),garantir sua saúde econômico-financeira e sua posição no mercado.

Há gestão de preços interagem variáveis internas (condições gerais da empresa) variáveis externas (condições gerais de mercado).

São executores da gestão de preços o gestor econômico-financeiro de preços, com ponderações de ordem interna e o gestor mercadológico de carácter externo.

O gestor econômico-financeiro de preços, visando á otimizar sua participação na administração de preços, deve suportá-la com sistema gerencial de custeio calcado em princípios de AGILIDADE e CONFIABILIDADE.

O sistema de custo é uma maneira ou forma de registrar os custos , como : Custo Histórico e Custo Padrão. No qual os sistemas de custeio podem ser usados por qualquer sistema de acumulação e com qualquer método de custeio.

A seguir vamos estudar os dois métodos individualmente com suas ramificações, pois cada um avalia os custos de um modo diferente que o qual mostra suas características.


CUSTO HISTÓRICO

O sistema de custeio baseado em custos históricos ou atuais pode ser definido como um sistema no qual os custos são registrados tais como ocorrem. Em conseqüência disso, nesse sistema, os custos só são determinados após o término da fabricação do produto ou da prestação do serviço da empresa.

Sob esse sistema, o produto é debitado pelo custo atual do material usado, da mão-de-obra aplicada e por uma estimativa dos gastos gerais de fabricação.

Dessa forma, o sistema de custo atual ou histórico contém, no que respeita aos gastos gerais de fabricação, um elemento do custo predeterminado.

Obviamente, o sistema baseado em custos históricos pode ser usado tanto em um ambiente de acumulação de custos por ordem de produção como em um ambiente de acumulação de custos por processo de fabricação em série.

De um modo geral, as seguintes limitações afetam a utilização do custo histórico:

- o custo histórico pode não ser um custo típico, podendo, mesmo, em alguns casos, ser qualificado como um custo acidental;

- devido ao prazo requerido para apuração dos custos históricos e para elaboração dos demonstrativos neles baseados, a sua eficácia gerencial é muito limitada;

- sob um sistema exclusivo de custo histórico, não existe medida de comparação para julgamento imediato do desempenho da empresa. A gerência fica sabendo, apenas, se o custo mais recentemente apurado foi maior ou menor do que aquele verificado em período anterior, mas não disporá de elementos de comparação para poder determinar as operações, os fatores de produção ou as causas das variações constatadas.

A contabilidade, tradicionalmente e por sua própria natureza, registra fatos históricos que são reportados numa determinada data ou numa determinada época. Para determinar o dispêndio com a produção e medir-lhe a eficiência (ou ineficiência), aplica-se á contabilidade de custos.

Entretanto, o custo histórico é uma medida ineficiente, visto que só apura quando terminada a produção. Com isto, podemos dizer que o custo histórico incorpora (e esconde) todos os fenômenos ocorridos na produção. Serve apenas para dar uma idéia de quanto custou determinado produto, geralmente por um custo médio. E quando se calcula a média de alguma coisa, também incluímos a média dos erros, dos desperdícios e das ineficiências.

Nada disso torna inválidos os custos históricos. É preciso, porém, associá-los a alguma medida comparativa que evidencie de que forma está sendo conduzido o processo de fabricação. A medida comparativa por excelência é o custo-padrão. Registrando e comparando os dois, poderemos chegar a uma análise que evidencie as variações ocorridas – positivas ou negativas.

Abaixo falarei sobre custo padrão com suas ramificações, do qual tem mais para comentar, é o mais usado nas empresas para efetuar seus cálculos financeiros, que não deixam levar prejuízos.


CUSTO PADRÃO

O custo padrão é uma avaliação de quanto um determinado produto deverá custar, mantidas as condições vigentes. Mas, para que seja eficiente em sua função, o custo padrão deverá ser associado ao orçamento da empresa quanto ao volume e valor da produção planejada. Dessa análise poderemos extrair subsídios para melhorar o gerenciamento dos custos de produção, e, com isso, melhorar a rentabilidade dos investimentos.

Pode-se dizer que é um meio de melhorar o nível da economia de um país. Aumentando nossa capacidade de produzir, utilizando os mesmos recursos, melhorando métodos e processos de trabalho e reduzindo o custos de produção, chegaremos ao barateamento do preço de venda, aumento da produção, melhores salários, melhor poder aquisitivo, e, por conseqüência, ao fortalecimento da economia.

O custo padrão é um método adequado e eficiente, não apenas para controlar, mas também para informar sobre diversos aspectos da produção, como a utilização de matérias-primas e refugos produzidos; emprego da mão-de-obra; qualidade do produto; adequação do fluxo do processo; utilização das instalações e equipamentos; tempo ocioso de mão-de-obra e equipamentos, etc.

Os custos-padrão, para que sejam realmente efetivos, necessitam ser contabilizados. Existem vários métodos de contabilização. Em geral, cada empresa adota o seu método particular, de modo a informar aquilo que é necessário para sua gestão. Porém, tudo isso significa fazer os lançamentos, a débito e a crédito, de uma ou mais contas, dos custos-padrão e dos custos históricos.

O Custo-Padrão é uma das técnicas para avaliar e substituir a utilização do custo real. Independentemente de a empresa utilizar o método do custeio direto ou custeio por absorção, ela pode utilizar o conceito do custo-padrão. Custo-padrão diferencia-se do custo real, no sentido de que ele é um custo normativo, um custo objetivo, um custo proposto ou um custo que se deseja alcançar.

Por isso, na elaboração do padrão, a empresa pode incorporar metas a serem atingidas pelo diversos setores fabris e operacionais, no sentido de que tais avaliações de custos sejam alcançadas. Nesse sentido, o custo padrão é uma ferramenta indispensável para controle dos custo, das operações e das atividades.

O custo-padrão deve, sempre que possível, ser fixado em quantidades físicas e valores. Tais fixações físicas são mais tarefa da Engenharia de Produção e a sua transformação para os valores monetários fica como dever da Contabilidade de Custos. A esta, cabe fixar o valor padrão e posteriormente o valor real.

A fixação final do custo-padrão de cada bem ou serviço produzido depende, portanto, de um trabalho conjunto de engenharia de produção e Contabilidade de custos.

Cabe valorizar que o custo-padrão é dinâmico e deve-se introduzir melhorias através de revisões anuais : já que a Produção é dinâmica, assim também deve ser a forma de custeá-la e controlá-la.

TIPOS DE CUSTO - PADRÃO

Existem dois tipos de custo-padrão que são chamados de : custo padrão ideal e custo padrão corrente, do qual comentarei alguma coisa individualmente .

Custo-Padrão Ideal

O uso do custo-padrão Ideal é restrito, pois seu valor é praticamente impossível de ser atingido. Seu cálculo leva em conta o uso dos melhores materiais, a mão-de-obra mais eficiente, 100% da capacidade de fabricação, sem ocorrência de paradas e desperdícios, estudos minuciosos de tempo, movimento, produtividade, e outros. Sua aplicação é de longo prazo, a fim de se analisar a evolução da empresa.

Seria o custo-padrão calculado de forma científica, em que todas as condições de utilização máxima dos recursos produtivos, de estrutura do produto e processo de fabricação pudessem se alcançados. Representa o custo de um produto que acontecesse sem qualquer desperdício, ociosidade, em condições ideais de produção, com os melhores equipamentos e melhores recursos humanos. Tomado como meta, é muito provável que nunca vá acontecer, dadas as imperfeições ambientais, empresarias e de mercado.

Tomado como meta, levaria a que todos os setores da empresa se empenhassem por atingi-lo. Em não acontecendo, poderia até ser desmotivador.

Custo-padrão Corrente  

O custo-padrão Corrente é mais prático e válido que o anterior, pois leva em conta as deficiências existentes na qualidade de materiais, mão-de-obra, equipamentos, fornecimento de energia, etc., e exclui as ineficiências que podem ser corrigidas. É aplicado em prazos curtos e médios.

Nesse caso buscam-se padrões de custos e produção, que, mesmo calculados cientificamente, consideram as eventuais condições correntes da empresa. O custo-padrão corrente é tomado com meta par todos os setores da empresa, mas em patamares que, ao mesmo tempo que ideais e com certa dificuldade de obtenção, permitam, porém, seu atingimento. É um custo ideal, adaptado, permitindo-se seu alcance.

O custo-padrão Corrente, por permitir levantamentos de fatos ocorridos na produção, é o preferido. Sua utilização traz efeitos psicológicos na empresa, no sentido de reunir esforços para manter a produção num nível aceitável. Além disso, sua implantação obriga a empresa a criar um sistema de registro e controle melhor, permitindo uma evidenciação das deficiências com menos risco de erros.

Devem-se incorporar do custo-padrão todos os objetivos de busca de eficiência e produtividade, qualidade fabril, que estão ao alcance e disponíveis à empresa.  

Além desses podemos destacar os cálculos estimados ou pré-requisitados para chegar há um custo do qual estamos prevendo, e alem disso para chegarmos bem próximo do que os níveis internacionais exigem. Vamos fazer uma abordagem em cima disso:

Custos Estimados

A diferença entre custos estimados e custo-padrão em que os custos estimados procuram identificar os custos que deverão ocorres no futuro, enquanto o custo-padrão pode incorporar metas de realização de custos. Os custos estimados têm por base antecipar os gastos que deverão ocorrer e que afetarão o custeamento dos produtos.

O uso de custos estimados é uma boa base de comparação, que são melhorias introduzidas nos custos médios passados em função de determinadas expectativas quanto ao futuro. Exemplo: custos de mudanças no volume de produção, de mudanças na qualidade de materiais ou do próprio produto, introduções de tecnologia diferentes.

O custo estimado não proporciona estudos ligados à produtividade, sendo seu cálculo baseado em resultados anteriores.

Processo de controle:

Custo-Padrão Ideal

O uso do custo-padrão Ideal é restrito, pois seu valor é praticamente impossível de ser atingido. Seu cálculo leva em conta o uso dos melhores materiais, a mão-de-obra mais eficiente, 100% da capacidade de fabricação, sem ocorrência de paradas e desperdícios, estudos minuciosos de tempo, movimento, produtividade, e outros. Sua aplicação é de longo prazo, a fim de se analisar a evolução da empresa.

Seria o custo-padrão calculado de forma científica, em que todas as condições de utilização máxima dos recursos produtivos, de estrutura do produto e processo de fabricação pudessem se alcançados. Representa o custo de um produto que acontecesse sem qualquer desperdício, ociosidade, em condições ideais de produção, com os melhores equipamentos e melhores recursos humanos. Tomado como meta, é muito provável que nunca vá acontecer, dadas as imperfeições ambientais, empresarias e de mercado.

Tomado como meta, levaria a que todos os setores da empresa se empenhassem por atingi-lo. Em não acontecendo, poderia até ser desmotivador.


SISTEMA DE CUSTEIO PREDETERMINADO

Como o próprio nome indica, custos predeterminados são custos estabelecidos com antecedência sobre as operações de produção. Assim, em um sistema de custeio baseado em custos predeterminados, tanto o material como a mão-de-obra e os gastos gerais de fabricação são contabilizados com base em preços, usos e volumes previstos.

Os custos predeterminados são usados quando a gerência está interessada, primeiramente, em conhecer quais deveriam ser os seus custos, para depois compará-los com os custos reais.

Dentro do sistema de custos predeterminados, contas de variações são usadas para contabilização das diferenças (a mais ou a menos), resultantes da comparação entre o custo realmente incorrido e o respectivo custo predeterminado.

Os custos predeterminados podem ser estimados com base na "melhor informação disponível no momento" da sua fixação, ou podem ser "padrões" resultantes de um meticuloso estudo de engenharia.

Os custos predeterminados, sejam estimados ou padrões, apresentam as seguintes principais vantagens e desvantagens:

· tornam possível a aplicação do chamado princípio de exceção, que significa que a gerência passa a centralizar a sua atenção nos casos de variações significativas (para mais ou para menos) entre custos predeterminados e custos reais;

· são importantes como incentivos ao trabalhadores, supervisores e executivos que passam a contar com um padrão de medida do seu desempenho; (inclusive, por exemplo, para avaliação objetiva de resultados em Plano de Participação nos Resultados da Empresa - Lei 10.101/2000).

· permitem uma melhor formulação das políticas de preço e de produção da empresa;

· são medidas unitárias estáveis, das quais a administração pode servir-se para medir a eficiência das operações durante diferentes períodos de tempo;

· a principal desvantagem dos custos predeterminados refere-se ao trabalho e ao tempo requeridos para sua definição, notadamente quando se tratar da fixação de padrões.


MODALIDADES DE CUSTEIO

A terceira etapa na estruturação de um sistema de custos refere-se à modalidade de custeio a ser utilizada.

Como veremos, a diferença entre as modalidades de custeio relaciona-se com o grau de variabilidade dos gastos apropriados aos produtos ou serviços produzidos pela empresa.

Há duas modalidades de custeio:

Ambas as modalidades podem ser utilizadas tanto em um sistema de custeio histórico como em um sistema de custeio predeterminado.

Modalidade de custeio por absorção

Quando, ao custear-se os produtos fabricados pela empresa, são atribuídos a esses produtos, além dos seus gastos variáveis, também os gastos fixos, diz-se que se está usando a modalidade de custeio por absorção.

Esta atribuição de gastos fixos, entretanto, implica, naturalmente, a utilização de rateios. E nisso reside a principal falha do custeio por absorção como instrumento de controle. Por mais objetivos que pretendam ser os critérios de rateio, eles sempre apresentarão um forte componente arbitrário, que distorce os resultados apurados por produto e dificulta (quando não impede) as decisões da gerência com relação a assuntos de vital importância para a empresa, como, por exemplo, a determinação de preços de venda ou a descontinuação da fabricação de produtos deficitários.

Para fins fiscais (Imposto de Renda), é obrigatório a utilização do custeio por absorção.

Modalidade de Custeio Variavel

Em oposição à modalidade de custeio por absorção, o custeio variável ou direto toma em consideração, para custeamento dos produtos da empresa, apenas os gastos variáveis. Com isso, elimina-se a necessidade de rateios e, conseqüentemente, as distorções deles decorrentes.

Assim, essa modalidade de custeio apresenta, sobre a modalidade anterior, significativas vantagens no que respeita à apuração dos resultados financeiros gerados pelos diferentes produtos da empresa e às decisões gerencias.

Entretanto, a grande falha deste sistema, é que não é aceito, perante a legislação do Imposto de Renda. Portanto, a empresa que desejar adotá-lo, deverá fazê-lo mediante controles e relatórios distintos, em complemento á informação contábil.


CONCLUSÃO

O trabalho tem como base levar ao publico como é importante saber algo de custo ou pelo menos saber sobre sistema de custo, além disso ter conhecimento de como pode ser aplicado ou onde é usado.

Sistema de custo é uma forma de como avaliar um produto. Tanto na fase inicial, como também num determinado período ou no processo final. É uma forma de levantar dados de produtos em forma de montagem, ou desenvolvimento etc, garantindo se o processo pode chegar ao final sem dar transtornos.

Sem conhecimento de custo leva muitas vezes em falsos caminhos onde empresas enfrentam dificuldades ao longo do percurso. Gera desconforto nos lucros obtidos anteriormente e da qual assumiu compromissos achando que estava lucrando.

É muito importante termos conhecimento sobre o sistema de custo porque é uma lógica ou uma cadeia de processos para chegar a um denominador comum, qué consumidor final e o qual avalia seu custo .

Observando tudo isso podemos ver que vale a pena investir num bom sistema de custo em qualquer atividade onde atuamos.


OBRAS CONSULTADAS

BEUREN, Ilse Maria. Gerenciamento da informação – um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. São Paulo. Atlas. 1998.

BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1988.

CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso Básico de Contabilidade: Rumo da Teoria, São Paulo: Ed.:2. Atlas, 2002.

FERREIRA, Anete C. Costa, Historicidade da Ciência Contábil. In: Revista Brasileira de Contabilidade, no 55, 1985.

FURASTE, Pedro Augusto. Normas Técnicas Para Trabalho Cientifico. 12 ed. Porto Alegre 2003.

IUDÍCIBUS, Sergio de. Teoria da Contabilidade. 4a ed., São Paulo: Ed. Atlas, 1995

MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 6ª ed. São Paulo. Atlas. 1998.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas, organização & métodos: uma abordagem gerencial. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.

PADOVEZE, Clóvis Luís. Contabilidade Gerencial: fundamentos e análise. São Paulo: Atlas, 1998.

<http://www.redecontábil.com.br>

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