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A Influência da Língua Inglesa no Brasil

Autor:
Instituição: Finan_MS
Tema: Língua Inglesa

A Influência da Língua Inglesa no Brasil


Introdução

Este trabalho visa abordar a influência da língua inglesa no Brasil, tendo a língua como o principal instrumento dessa revolução. A leitura é um hábito benéfico. Quem lê, melhor escreve, melhor fala, sabe mais. Tendo em vista que o aluno tem medo de enfrentar uma situação de leitura, a proposta do presente trabalho é dar condições ao aluno para que ele possa se defrontar com uma leitura com sucesso.

Sabendo que as informações repassadas de uma forma clara, levam ao aluno o gosto pela língua estrangeira, levaremos as informações essenciais. Considerando que há uma grande influência de produtos importados, pretendemos despertar a curiosidade sobre o que a língua inglesa retrata na aldeia global.


Capitulo I

1. A Importância da Língua no Turismo

A atual busca de informação aliada à necessidade de comunicação em nível mundial já fez com que o inglês fosse promovido de língua dos povos americano, britânico, irlandês, australiano, neozelandês, canadense, caribenhos, e sul-africano, a língua internacional. Enquanto que o português é atualmente falado em 4 países por cerca de 195 milhões de pessoas, o português é a quinta língua falada no Mundo e o inglês é falado como língua mãe por cerca de 400 milhões de pessoas, tendo já se tornado a língua franca, o Latim dos tempos modernos, falado em todos os continentes por cerca de 800 milhões de pessoas.

Estimativas mais radicais, incluindo falantes com níveis de menor percepção e fluência, sugerem a existência atualmente de um total superior a um bilhão. (Crystal 360, minha tradução).

Além disso, há estimativas de que 75% de toda comunicação internacional por escrito, 80% da informação armazenada em todos os computadores do mundo e 90% do conteúdo da Internet são em inglês.

Acrescente-se a isso a redução de custos de passagens aéreas, o que aumenta contatos internacionais em nível interpessoal. Em paralelo, a atual revolução das telecomunicações proporcionada pela informática, pela fibra ótica, e por satélites, despejando informações via TV ou colocando o conhecimento da humanidade ao alcance de todos via INTERNET, cria o conceito de auto-estrada de informações. Estes dois fatores bem demonstram como o mundo evoluiu a ponto de tornar-se uma vila global, e o quanto necessário é que se estabeleça uma linguagem comum.

Ao assumir este papel de língua global, o inglês torna-se uma das mais importantes ferramentas, tanto acadêmicas quanto profissionais. É hoje inquestionavelmente reconhecido como a língua mais importante a ser adquirida na atual comunidade internacional. Este fato é incontestável e parece ser irreversível. O inglês acabou tornando-se o meio de comunicação por excelência tanto do mundo científico como do mundo de negócios..

1.1 Origem do Inglês no Brasil

No século XVII, Napoleão Bonaparte vinha conquistando toda a Europa, porém a Inglaterra resistia e ele sabia da superioridade da marinha de guerra inglesa. Sendo assim, determinou bloqueio continental à Inglaterra, com o objetivo de sufocá-la economicamente. Entretanto, Portugal tenta ser neutro e continua negociando com os Ingleses. Em represaria, Napoleão ordena a invasão ao território português.

O comércio português era muito importante para os ingleses. Sendo assim, a Inglaterra assina um acordo secreto com Portugal se comprometendo a ajudar a família real a vir para o Brasil, antes que as tropas francesas chegassem a Portugal.

Com a vinda da família para o Brasil através do auxílio inglês, a Inglaterra passou a ter privilégios no comércio e também a colônia brasileira começou a se desenvolver. Ocorreram várias melhorias, as decisões passaram a ser tomadas aqui, o que mais tarde veio a agradar Portugal. Por outro lado, os gastos com a manutenção da Corte no Brasil levaram o aumento dos tributos cobrados de exportadores açucareiros do Nordeste. Estes fatos desencadearam várias crises dos senhores locais, que levam à volta de D. João à Portugal e a vários movimentos que vão desaguar na independência do Brasil. A Inglaterra, para manter o comércio com Portugal e sua colônia, trouxe a família real para o Brasil, influenciando seu progresso e sua independência.

1.2 A ORIGEM E EVOLUÇÃO DA LÍNGUA INGLESA NO MUNDO

Entre os fatos históricos determinados na formação e evolução da língua inglesa destacaram-se os seguintes: o estabelecimento nas ilhas britânicas de povos germânicos nos séculos V e VI; (2) a chegada de Santo Agostinho, no ano 597, com a conseqüente conversão da Inglaterra à cristandade romana; (3) as invasões dos viquings no século IX e a conquista, no século XI; (4) a obrigatoriedade do uso do inglês, a partir de 1362, para procedimentos judiciários; (5) o estabelecimento da imprensa de William Caxton em westminster, em 1476; (6) o apagou do Renascimento, no século XVI; (7) a população ad chamada Bíblia do rei Jaime, tradução vernácula das sagradas escrituras, em 1611; e (8) a expansão colonial para a América do Norte, Austrália e Nova Zelândia, no século XVII.

Inglês Antigo (450-1150). No ano 449, três tribos germânicas iniciaram a conquista da Grã-Bretanha: os jutos, os anglos e os saxões, procedentes respectivamente da Jultândia (atual Dinamarca), de Schleswing e de Holstein (atual Alemanha). Falavam distintos dialetos-variantes do germânico ocidental aos quais os conquistados deram a denominação geral de Englisc (língua dos anglos), devido à presença maciça de anglos na ilha. Esses dialetos deram origem ao que hoje se conhece como inglês antigo, que usava o alfabeto único, logo substituído pelo romano, introduzido por missionários irlandeses. O idioma tinha um caráter eminentemente sintético, de substantivos, adjetivos, pronomes e verbos que determinavam a relação entre as palavras numa frase. Por conseguinte, a ordenação era mais livre que na língua atual. Havia três gêneros gramaticais: masculino, feminino e neutro. O vocabulário, grande do qual desapareceu do léxico posterior, tinha caráter essencialmente germânico.

A partir de meados do século IX houve invasões em massa de tribos procedentes da Península Escandinava e no norte e leste da Grã-Bretanha. Sua influência na situação lingüística, porem, foi mínima, já que essas tribos logo abandonaram sua própria língua, em favor da língua do território conquistado. Apesar disso, o inglês atual ainda, conserva em palavras cotidianas como os substantivos egg (ovo), knif (faca), sister (irmã), verbos como to call (chamar), to die (morrer) e to give (dar), adjetivos como flat (plano), ill (doente) e também a presença do som sk em palavras com sky ou skill ( habilidade). Da mesma forma, numerosos topônimos terminados com by (cidade) e thorp (aldeia)- como Rudby, Whitby e Linthorpe e especialmente os pronomes da terceira pessoa do plural (they, then their), que substituíram o complexo sistema pronominal anterior, devesse a influência escandinava.

Uma nova invasão, procedente da Normandia, região do noroeste da França, pôs fim ao domínio lingüístico e político das tribos germânicas.A chegada em 1066, do duque vinquing Guilherme, o conquistador, e sua posterior coroação como rei da Inglaterra, representou, do ponto de vista lingüístico, a imposição do idioma franco-normando, como língua oficial da Corte e da Igreja enquanto o inglês ficava elevado às classes humildes. Essa situação se prolongou por três séculos e repercutiu consideravelmente na língua inglesa.

Inglês Médio (1150-1500). Durante o período lingüístico conhecido com inglês médio, o vocabulário e a gramática da língua inglesa passaram por profundas alterações, que transformaram radicalmente sua estrutura e a converteram numa língua analítica. A mais fundamental delas foi a perda gradual das flexões, em conseqüência da pronúncia diferente que passaram a ter as terminações flexisivas, de substantivos, adjetivos e verbos. Como resultado imediato, substantivos e adjetivos perderam o gênero gramatical. Da mesma forma, desaparecimento das flexões no sistema pronominal determinou uma ordem sintática mais rigorosa e o aumento do uso das preposições.

Todas essas características foram mantidas no inglês moderno.

Radical foi também a influência da língua francesa não mais o dialeto franco- normando, mais o francês central- no leste com inglês. Além da nossa ortografia imposta pelos escribas estrangeiros, introduziram-se numerosos termos franceses. Muitas vezes as novas palavras conviveram com a língua nativa, mas na maior parte dos casos provocaram perda do vocabulário de origem germânica.Por intermédio do francês, incorporaram-se também à língua inúmeras palavras latinas, que afetaram principalmente sua expressão escrita e literária.

Em meados do século IX produziu-se uma revitalização da língua inglesa, devido à ascensão da classe média e à animosidade gerada do povo inglês pelos cem longos anos de guerra contra a França. Assim, o inglês voltou a ser o idioma oficial da corte e se impôs em todas as esferas da vida econômica e social do país. A abundante literatura dessa época, na qual se destacam os Canterbury Tales (Contos de Canterbury), de Geoffrey Chaucer, atesta a vitalidade da língua.

Um dos traços mais característicos do inglês médio foi a enorme variedade de dialetos existentes, manifestados tanto na língua falada como na escrita. O caos lingüístico favoreceu, ao longo do século XV, o estabelecimento do inglês de Londres, capital e centro econômico e cultural como a língua-padrão do país. A consolidação desse processo foi lenta, pois o inglês de Londres, estava sofrendo uma série de lembranças fonéticas, conhecidas como the great vowel shift-a grande mudança vocálica. O aparecimento dos primeiros livros impressos, por volta de 1476, graças aos esforços de William Caxton, também contribuiu muito para a adoção do inglês de Londres em quase toda Inglaterra.

Inglês Moderno (a partir de 1500). Durante o período lingüístico conhecido como inglês moderno, que se iniciou e coincidiu com o Renascimento, o idioma alcançou certo grau de estabilidade e uniformidade.Mas língua inglesa ainda viria a experimentar novas mudanças determinadas principalmente pela rápida expansão da educação entre as classes populares e pelo desejo de converter o idioma num instrumento capaz de substituir as línguas clássicas(latim e grego) em todas as esferas do saber humano .

A ortografia e léxico foram, mais uma vez, os alvos dessa transformação.A confusão produzida pela disparidade entre a pronúncia e a língua escrita levou grande número de gramáticos a criar um sistema autográfico uniforme, o que finalmente se conseguiria em meados do século seguinte.Em relação ao léxico, a riqueza e a reconhecida superioridade do latim e do grego como línguas cultas evidenciaram a ineficácia e as carências da língua inglesa diante dos novos conhecimentos e das novas ciências que surgiam.

Assim ao longo dos séculos XVI e XVII, a necessidade de enriquecer o vocabulário da língua se resolveu com a adoção, ou com a adaptação para o léxico inglês, de grande quantidade de termos procedentes não apenas das línguas clássicas, mas também das línguas neolatinas e, em menos medida, das orientais. O processo demonstrou a flexibilidade e a extraordinária capacidade de assimilação da língua inglesa.

O século XVIII se caracterizou pela intenção de aperfeiçoar, normalizar e fixar permanentemente a língua, por meio de uma gramática que determinasse seu uso correto.Ao mesmo tempo, muitas vozes, como as dos escritores John Dryden e Jonathan Swift, se levantaram para defender a criação de uma academia da língua, projeto que, no entanto, não vingou.

A obra mais notável em prol da unidade lingüística foi o Dictionary of the English Language (1755; Dicionário da Língua Inglesa) de Samuel Johnson, que exerceria profunda influência sobre os escritores e lexicógrafos posteriores.Foi o primeiro trabalho a oferecer um estudo exaustivo e documentado sobre o uso correto e o significado das palavras.A difusão da língua inglesa no continente americano, que logo passou a concentrar o maior número de usuários do idioma, levou a publicação do American Dictionary of the English Language (1828; Dicionário Americano da Língua Inglesa), de Noah Webster.

Os traços definitivos do inglês moderno são uma fusão de todas as in fluências sofridas pelo idioma. A fonologia advém do anglo-saxão, o vocabulário, muito rico chega aproximadamente a meio milhão de palavras, como registra The Oxford English Dictionary, cuja primeira edição apareceu em 1933, baseado numa revisão do New English Dictionary on Historical Principles (1884; Novo Dicionário Inglês sobre o Princípio Histórico).No aspecto morfológico e sintático, a característica mais importante é a flexibilidade das funções.Assim, pronomes, adjetivos e advérbios podem assumir a função de adjetivos.O alfabeto tem 26 letras (cinco vogais e 21 consoantes), e o complexo sistema fonético registra 12 sons vocálicos e 24 consonantais.Uma das mais novas dificuldades para a aprendizagem da língua inglesa é a distância entre a ortografia e a pronúncia das palavras.

A partir do século XIX, o inglês se transformou num dos idiomas de maior penetração geográfico devido à expansão do império britânico e seu conseqüente poderio político e econômico, aliado ao extraordinário crescimento dos meios de comunicação.No final do século XX mais de 450 milhões de pessoas em todo mundo falavam inglês, língua oficial de países como Reino Unido, Irlanda, E.U.A. Canadá (com francês), Austrália, Nova Zelândia, África do Sul (como o africâner) e dos estados africanos independentes ligados à comunidade britânica de nações (Gana, Nigéria, Gâmbia e Serra Leoa).Em países que sofreram influência britânica como Quênia, Uganda, Zâmbia, Zimbábue, na África, Índia, e Paquistão, na Ásia, o inglês é a segunda língua e predomina nos assuntos administrativos.

Inglês Básico (1926 e 1930).O escritor e lingüista inglês Charles Kay Ogden preparou um projeto que pretendia reduzir todo o acervo vocabular da língua inglesa a 850 palavras, dispostas em três categorias, quando ao seu significado: operações, coisas, qualidades. Esse esforço de vulgarização do idioma chamou Basic English (Inglês Básico). Essa iniciativa visava a transformar a língua num instrumento de fácil comunicação humana.

A empresa vingou e, até a década de 1940, mais de cem livros sobre inglês básico tinham sido publicados e divulgados em aproximadamente 30 países. Mesmo apoiado por personalidades como Winston Churchill e o presidente americano Franklin D. Roosevelt, o projeto se perdeu com a eclosão da II Guerra Mundial. Ainda assim, ressurgiu em 1947.Acredita-se que até aquela data, tenham sido vendidos dois milhões de livro sobre o assunto. Em 1950, o escritor Bernard Shaw deixou a maior parte de sua fortuna para a realização de pesquisas sobre um alfabeto de 48 letras, o Proposed English Alphabet (Proposta de um alfabeto inglês).

1.3 A influência da língua inglesa no Brasil

A influência da língua americana no Brasil e no resto dos países do mundo se deu por causa da americanização que aconteceu a muitos anos atrás, depois daquela era bipolar dos E.U.A e a U.R.R.S, onde o socialismo da U.R.R.S não deu certo, e o capitalismo dos E.U.A deu.

Depois disso os E.U.A se tornou um monopólio, sendo o país mais rico do mundo, e com maior influencia sobre os outros. Mas esta influencia se deu pois como isto tudo aconteceu depois da segunda guerra mundial, a maioria dos países do globo estava com a economia afetada, sendo que os E.U.A viu isto e para melhorar a economia destes países, o grande monopólio americano encheu os países afetados com empresas que se dá o nome de multi-nacionais que estão no Brasil e em outros países até hoje.

E assim se deu a influencia da língua Americana no Brasil, pois estas empresas que vieram aqui, tem nomes americanos e produtos de nome americano também.

Outra influencia americana é no nosso modo de falar, onde usamos muitas gírias americanas como: style, yes,  e nós vemos muito disso em cinemas, onde a maioria dos filmes é Americano. A TV também não influencia só neste tipo de gírias, pois ela também influencia em nomes que nós falamos em jogos, como o tênis (Doublé-falt, took spin, ace...), no Vôlei(Match point, ace, Tie-Break, etc...) e em outros esportes mais.

 A influência americana começou a atingir o mundo inteiro devido aos produtos da indústria cultural (cinematográfica, fonográfica, publicitária etc...). O rádio, a TV, as revistas, os quadrinhos e o cinema também comtribuíram muito para que o inglês se pretendesse uma língua universal.

Hoje em dia é esta a língua dominante nos setores de grandes negócios e nas principais indústrias. Cerca de 65% das informações relacionadas a todos os meios de comunicação do mundo são dominadas pelos norte-americanos.

Os EUA também dominam o mercado de consumo. Percebemos isso em em bebidas, cigarros, griffes, "manias" e outros elementos do tipo: Coca-Cola, Mc Donald's, jeans, camisetas, tênis, fast-food, goma de mascar, rock e filmes de ação, que se tornaram símbolo da cultura mundial com a mensagem "Made in USA".

Isso acontece devido à globalização. Ela torna os países um só, pois interliga todos eles, formando grandes empresas multinacionais.

Para os EUA é bom dominar a indústria mundial, pois isto cria uma espécie de simpatia que faz com que a maioria das pessoas apóiem os norte-americanos.

1.4 Países que falam a língua oficial Inglês:

1º Língua, Inglês

Língua germânica oficial da Inglaterra, E.U.A., The United King Dom, Austrália, The Bahamas, Guyana, Nova Zelândia e, simultaneamente com o francês, do Canadá, a qual, levada para as Ilhas Britânicas durante os sécs. V e VI pelos conquistadores anglos e saxões, e implantada sobre um substrato celta, já no séc. XIV se fixava em sua forma moderna.

2º Língua, Inglês

E países que falam a 2º língua oficial o inglês:

Índia, Nigéria, South África, Israel.


Conclusão

Este trabalho visa mostrar a influência do inglês no Brasil e o seu surgimento e características que segue essa língua, dentre os objetivos deste trabalho, se inclui um levantamento dos fatores que mais contribuem para a compreensão do texto, de acordo com pesquisas publicadas na última década. Na medida em que esse levantamento sugere uma divisão entre texto e leitor, parte-se, para fins didáticos, dessa dicotomia.

A variáveis que a língua inglesa sofre variações no tempo e espaço, para acompanhar as megatendências dessa sociedade da informação e da comunicação é mister se saber línguas, pois estamos inseridos numa razão denominada "aldeia planetária" e mais uma vez a idéia da linguagem, expressa na forma de língua, parece suprir a necessidade de comunicação.

Ao se referir sobre "aldeia planetária", deve-se afastar a idéia de homogeneizar o mundo em uma única língua ou uma única cultura. Já não cabe mais pensar assim, mas pensar na idéia de integração e interpelação dos povos da terra mediados pelo conhecimento de mundo que a história produziu, manifestado pela língua.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDERSON, Richard C. & DAVISON, Alice. Conceptual and empirical bases of readability formulas. Urbana: Illinois University, Center for the Study of Reading, 1986 [Technical Report No. 392].

ASSMAN, Hugo. Sociedade aprendente e sensibilidade solidária. Na sua: Reencontrar a Educação. Petrópolis: Vozes, 1998, pp. 17-21.

http://www.aleph.com.br/kce/artigo23.htm

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